Leitura do Mangue

Sónia Vaz Borges & Filipa César et al

BIOGRAFIAS

SÓNIA VAZ BORGES

Sónia Vaz Borges é historiadora militante interdisciplinar e organizadora político-social. Doutorada em história da educação pela Universidade Humboldt de Berlim. É autora do livro Militant Education, Liberation Struggle; Consciousness: The PAIGC education in Guinea Bissau 1963-1978, (Peter Lang, 2019). Atualmente é pesquisadora da Universidade Humboldt de Berlim. Como parte de seu trabalho académico, Vaz Borges está a desenvolver um projeto de livro sobre o conceito de “arquivo errante” e o processo de memória e imaginários.
 
FILIPA CÉSAR

Filipa César produz filmes, textos e organiza encontros. Interessa-se pelos aspectos ficcionais do documentário, pelas fronteiras porosas entre o cinema e a sua recepção e pelas políticas e poéticas inerentes ao ritual coletivo da imagem em movimento. Desde 2011, investiga o cinema, a cultura e a ciência militante dos Movimentos de Libertação Africana na Guiné-Bissau como um laboratório de crítica às epistemologias colonias atuais. Iniciou os projetos coletivos Luta ca caba inda e Mediateca Onshore. César tem apresentado o seu trabalho internacionalmente em festivais de cinema, bienais e espaços de arte contemporânea.
 
NUNO CRESPO

Atual Diretor da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, é licenciado e doutorado em filosofia pela Faculdade de Ciência Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. As suas atividades de investigação têm sido dedicadas ao cruzamento entre arte, arquitetura e filosofia e às possibilidades de exercício do pensamento crítico. Tem dedicado artigos a autores como Adolf Loos, Aldo Rossi, Kant, Peter Zumthor, Wittgenstein e Walter Benjamin. Das suas publicações podem destacar-se trabalhos sobre Adriana Molder, Aires Mateus, Axel Hütte, Bernd e Hilla Becher, Candida Höfer, Daniel Blaufuks, Fassbinder, Gerhard Richter, Luisa Cunha, Pedro Costa, Rui Chafes, Vasco Araújo, entre outros, e os livros “Wittgenstein e a Estética” e “Julião Sarmento. Olhar Animal.” Em prolongamento das suas atividades de investigação é crítico de arte e fez a curadoria de diversas exposições.

DANIEL RIBAS

Daniel Ribas (Porto, 1978) é investigador, programador e crítico de cinema. Professor auxiliar Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, é membro da direção do CITAR – Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes e editor do CITAR Journal. É, ainda, programador do Porto/Post/Doc: Film & Media Festival – do qual foi Diretor Artístico entre 2016 e 2018 – e do Curtas Vila do Conde. Doutor em Estudos Culturais pelas Universidades de Aveiro e do Minho, escreveu diversos artigos e capítulos de livros sobre cinema português, cinema contemporâneo e documentário.

Organização

Cortesia
Cristina Guerra Contemporary Art

Apoios
República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
Fundação Calouste Gulbenkian
Haus der Kulturen der Welt
Harun Farocki Institute
"la Caixa" Foundation
Câmara Municipal do Porto (Programa de Apoio à Programação Artística CRIATÓRIO)

Folha de Sala

Agenda

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