Exposição
Sinfonia do Desconhecido II
Nuno Cera
7 MAI – 25 JUN 2021
Abertura: 7 MAI · 18H30
Visita guiada à exposição com Nuno Cera e Julia Albani: 14 MAI · 18H30
Vistas de Exposição | Biografias | Ficha Técnica | Apoios
A Sinfonia do Desconhecido é uma investigação artística de Nuno Cera e uma tentativa de identificar as qualidades espaciais desconhecidas de três complexos arquitetónicos, cada um com uma carga de memória e de um potencial transformador a nível cultural, social e sociopolítico. O resultado é uma instalação vídeo de três canais sincronizados de grande escala e uma publicação.O projecto é realizado em colaboração com três críticos convidados - Susana Ventura, Joaquim Moreno e Mirko Zardini.
TER – SÁB · 14H00 – 19H00
Sala de Exposições da Escola das Artes
ENTRADA LIVRE*
*O acesso à exposição é condicionado às seguintes regras:
- Utilização obrigatória de máscara
- Desinfecção das mãos com álcool-gel à entrada (disponível no local)
- Higienização dos auscultadores antes e após cada utilização (produtos disponíveis no local)
- Distanciamento social obrigatório de dois metros entre visitantes
- Lotação limitada a cinco visitantes em simultâneo
- Duração máxima por visita de trinta minutos
VISTAS DE EXPOSIÇÃO
Fotos: © Nuno Cera
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E fotógrafo e videoartista. O seu trabalho aborda questões espaciais presentes na Arquitetura e em situações urbanas, através de formas poéticas e documentais. Estudou na Maumaus - Escola de Artes Visuais, de 1995 a 1997. Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian (Bolsa João Hogan) para a residência artística na Künstlerhaus Bethanien, em Berlim. Em 2002 publicou com o arquiteto Diogo Seixas Lopes, o livro Cimêncio, um levantamento de paisagens suburbanas e foi nomeado para o prémio BES Photo em 2004. Entre 2007 e 2010 realizou o projeto Futureland, uma investigação artística sobre nove metrópoles. Em 2012 foi selecionado na XX edição da Bolsa Fundación Botin, Santander, com o projecto A Sinfonia do Desconhecido. Esteve em residência artística na International Artist Residency Récollets em Paris, em 2013, e em Macau, em 2018, com o apoio da Babel – organização cultural e da Fundação Oriente. Realizou fotografias para os guias de arquitetura Álvaro Siza; Eduardo Souto de Moura; João Luís Carrilho da Graça e Aires Mateus (2017-2019). Em 2018, foi o artista convidado na representação oficial portuguesa na Bienal de Arquitetura de Veneza Public without rhetoric, e participou em 2019 na XIII Bienal de Arte de Havana - El futuro ya ha comenzado.
Exposições individuais recentes incluem Hora Certa; Galeria Miguel Nabinho, Lisboa, 2019; The Blur City; Fundação Oriente – Casa Garden, Macau, 2019; Estranha Leveza; CCB, Lisboa, 2019; Poesia Mineral; Galeria Millennium, Lisboa, 2018; Façades, Porta 14, Lisboa, 2017; A Pressão da Luz, Galeria Millennium, 2017, Lisboa; Vestiges du Réel, Instituto Camões, Luxemburgo, 2016; Tour d´Horizon | Amadeo de Souza-Cardoso, Grand Palais, Paris, 2016; Symphony of the Unknown, Kunstraum Botschaft, Berlim, 2016; L´Année Dernière, Galeria Miguel Nabinho, Lisboa, 2016.
Nuno Crespo
Atual Diretor da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, é licenciado e doutorado em filosofia pela Faculdade de Ciência Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. As suas atividades de investigação têm sido dedicadas ao cruzamento entre arte, arquitetura e filosofia e às possibilidades de exercício do pensamento crítico. Tem dedicado artigos a autores como Adolf Loos, Aldo Rossi, Kant, Peter Zumthor, Wittgenstein e Walter Benjamin. Das suas publicações podem destacar-se trabalhos sobre Adriana Molder, Aires Mateus, Axel Hütte, Bernd e Hilla Becher, Candida Höfer, Daniel Blaufuks, Fassbinder, Gerhard Richter, Luisa Cunha, Pedro Costa, Rui Chafes, Vasco Araújo, entre outros, e os livros “Wittgenstein e a Estética” e “Julião Sarmento. Olhar Animal.” Em prolongamento das suas atividades de investigação é crítico de arte e fez a curadoria de diversas exposições.
Julia Albani
É curadora, crítica e consultora de comunicação, atividade na qual inspira e facilita o intercâmbio entre indivíduos e instituições nos campos da humanização da arquitetura, do urbanismo e do design. Vive e trabalha em Lisboa.
Estudou História de Arte e Arquitetura, Filosofia, a Filologia Românica em Dresden, Bolonha e Berlim. Desde 2001, trabalha nas áreas da curadoria, crítica e comunicação no âmbito da arquitetura e do Urbanismo, destacando-se: Deutschlandscape, Bienal de Veneza (2004); Arch/Scapes - Negotiating Architecture and Landscape, Bienal de São Paulo (2007); Instant Urbanism (Basileia, 2007); No Place Like Home, Bienal de Veneza (2010); Trienal de Arquitectura de Lisboa (2010); Futurospective Architecture – Sou Fujimoto, CCB Garagem Sul (Lisboa 2013); Public Space - Fights and Fictions, Akademie der Künste (Berlim, 2016); Making Heimat, Bienal de Veneza (2016).
Foi Directora de Projeto no Swiss Architecture Museum em Basileia (2007-2009); Co-Curadora da representação Portuguesa à Bienal de Arquitetura de Veneza em 2010; Coordenadora do departamento curatorial da Trienal de Arquitetura de Lisboa (2009-2012), e Co-Directora da consultoria de comunicação BUREAU N em Berlim, Basel e Lisboa (2012-2016). Entre 2016 e 2018 foi Diretora de Comunicação do Canadian Centre for Architecture (CCA), em Montreal, e desde Setembro 2018 é a responsável das relações internacionais do CCA. Contribui regularmente para revistas, destacando-se: Bauwelt, Uncube Magazine, ARCH+, Wallpaper, Arqa, Jornal dos Arquitectos, DAMN, Neue Zürcher Zeitung, Frankfurter Allgemeine Zeitung e Jornal Público.
ArtWorks (apoio à produção)