Cinema

Licenciatura

Artistas, realizadores e criativos convidados:
 

Cláudia Varejão

 

Cláudia Varejão nasceu no Porto e estudou realização no Programa de Criatividade e Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian em parceria com a German Film und Fernsehakademie Berlin e na Academia Internacional de Cinema de São Paulo. Estudou ainda fotografia no AR.CO Centro de Arte e Comunicação Visual em Lisboa. É autora da trilogia de curtas-metragens “Fim-de-semana”, “Um dia Frio” e “Luz da Manhã”. “Ama-San”, retrato de mergulhadoras japonesas, foi a sua estreia nas longas metragens, recebendo dezenas de prémios em todo o mundo, seguindo-se “No Escuro Do Cinema Descalço Os Sapatos” e “Amor Fati”. “Lobo e Cão”, o seu mais recente filme, estreou no 79º Festival de Veneza e recebeu o prémio máximo da secção Giornate Degli Autori. Os seus filmes têm sido selecionados e premiados pelos mais prestigiados festivais de cinema, passando por Locarno, Roterdão, Visions du Reel, Cinema du Reel, Karlovy Vary, Art of the real - Lincoln Center, Bienal de Veneza, entre muitos outros. A par do seu trabalho como realizadora desenvolve um percurso como fotógrafa e tem sido convidada a dar aulas e workshops em diversas escolas de Cinema e Arte. O seu trabalho, tanto no cinema como na fotografia, documentário ou ficção, vive da estreita proximidade com as pessoas retratadas.
João Canijo

 

João Canijo (Porto 1957) é um cineasta português que fez o seu percurso de aprendizagem começando por trabalhar como assistente de realização em filmes de Manoel de Oliveira, Wim Wenders, Paulo Rocha ou Alain Tanner. Em 1983, estreou-se como realizador, com a curta “A Meio-Amor”. Cinco anos depois, realizou a sua primeira longa-metragem, “Três Menos Eu”. Trabalhou depois para televisão, realizando a série “Alentejo Sem Lei” para a RTP. Realizou deste então várias longas-metragens, como “Sapatos Pretos”. “Ganhar a Vida”, “Noite Escura”, “Sangue do Meu Sangue”, “É o Amor” ou “Fátima”. Os seus últimos filmes têm vindo a aprofundar um método de reconstrução do real e de questionamento da identidade portuguesa, através da imersão prolongada em comunidades específicas dos actores que dão corpo aos seus personagens.
Luís Urbano

 

Luís Urbano é licenciado em Economia na Universidade Técnica de Lisboa. Entre 1991 e 1995, dedica a sua atividade em Lisboa à programação de teatro, musica, vídeo e cinema no Gabinete das Festas de Lisboa e no Clube Português de Artes e Ideias. Em 1996, regressa às origens e funda em Vila do Conde, em parceria com amigos, a cooperativa de produção cultural Curtas Metragens, CRL, entidade responsável Curtas Vila do Conde e pela Agência da Curta Metragem. Em 2005, torna-se produtor na O Som e a Fúria, produzindo até à data 65 filmes entre longas e curtas-metragens. Na sua filmografia destacam-se, entre outros, os filmes de Miguel Gomes, os últimos filmes de Manoel de Oliveira, de Ivo M. Ferreira, João Nicolau, Eugène Green, Sandro Aguilar, Manuel Mozos, Petra Costa, Lucrecia Martel e Ira Sachs.
Mariana Gaivão photo

 

Mariana Gaivão é uma realizadora e montadora nascida em Lisboa, formada em Fotografia no AR.CO - Centro de Arte e Comunicação Visual e Realização na Escola Superior de Teatro e Cinema. Percorreu uma longa carreira como Montadora de Cinema, colaborando com cineastas como Marco Martins, João Pedro Rodrigues, João Salaviza, entre outros, em filmes exibidos e premiados em festivais como Cannes, Berlinale, Veneza e Locarno. As suas curtas-metragens (SOLO, FIRST LIGHT e RUBY), foram exibidas e premiadas nalguns dos mais importantes festivais de cinema mundiais, tendo posteriormente estreado comercialmente em sala em vários países, incluindo Portugal, França, Alemanha, Brasil, Islândia e Uruguai, assim como em emissoras europeias (ARTE e DAFilms), e Institutos de Arte Contemporâneos como o ICA - Institute of Contemporary Arts (London). É também Programadora de Cinema (DOCLISBOA - IFF e anteriormente nos Festivais QUEER LISBOA e QUEER PORTO).
Mariana Ricardo

 

Mariana Ricardo nasceu em Lisboa em 1980, onde vive e trabalha. Estudou Linguística (Major) e Ciências Musicais (Minor) na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (2005). Divide a sua atividade entre a música independente e o cinema. Como argumentista, já participou em mais de uma dezena de filmes, de que se destacam obras de Miguel Gomes, João Nicolau e Manuel Mozos.
Nasceu em Lisboa em 1980, onde vive e trabalha. Estudou Linguística (Major) e Ciências Musicais (Minor) na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (2005). Divide a sua atividade entre a música independente e o cinema. Como argumentista, já participou em mais de uma dezena de filmes, de que se destacam obras de Miguel Gomes, João Nicolau e Manuel Mozos.
Salomé Lamas

 

Salomé Lamas estudou Cinema em Lisboa e em Praga, Artes Visuais em Amsterdão e atualmente é doutoranda em Estudos Artísticos na Universidade de Coimbra. Trabalhando nas fronteiras entre a ficção e o documentário, bem como entre a sala de cinema e a galeria de arte, é autora de obras como “VHS: Video Home System” (2010-2012), “Golden Dawn (2011), “Encounters with landscape 3x” (2012), “A comunidade” (2012), “Terra de Ninguém” (2012), “Theatrum Orbis Terrarum” (2013), “A Torre” (2015), “Mount Ananea (5856’)” (2015), “El Dorado XXI” (2016), “Ubi Sunt” (2016), “Coup de Grâce” (2017) ou “Extinção” (2018).
Sandro Aguilar

 

Em 1997, Sandro Aguilar concluiu o curso de Cinema na área de Montagem da Escola Superior de Teatro e Cinema. Em 1998, fundou a produtora O Som e a Fúria, onde trabalha como realizador, produtor e  montador. Mariphasa é seu segundo longa-metragem, o primeiro foi A Zona (2008). Realizou 14 curtas que ganharam prémios em festivais como La Biennale di Venezia, Locarno Film Festival, Gijón, Oberhausen, Vila do Conde, Indielisboa, Montreal e que foram exibidas nos principais festivais de cinema mundiais. Foi por duas vezes nomeado para melhor curta-metragem nos EFA (prémios europeus de Cinema). Sandro Aguilar foi alvo de retrospetivas no BAFICI, Roterdam Film Festival, New York Film Festival (Views from the Avant-Garde), Arsenal-Berlim e Oberhausen. Em 2013 foi convidado a integrar o reputado programa DAAD – Artist in Residence, Berlim.
​Rui Xavier

 

Rui Xavier completou o seu bacharelato em Tecnologias da Comunicação Audiovisual no Instituto Politécnico do Porto em 1995, começando a interessar-se pela Fotografia e pelo Cinema. Continuou os seus estudos na Grã-Bretanha concluindo, em 1997, uma Pós-graduação em Fotojornalismo, em Cardiff, na Universidade do País de Gales. Trabalhou em Londres como fotógrafo do diário “The Independent”. Em 1998 voltou a Portugal para trabalhar como freelancer criando com outros fotógrafos o colectivo Kameraphoto. Começou a fazer algumas experiências com vídeo na área documental, fundando com Bruno Gonçalves a Ricochete Filmes. De 2003 a 2005 foi editor de fotografia da revista Grande Reportagem. Desde 2006 tem experimentado as várias áreas da produção cinematográfica como fotógrafo de cena, operador de câmara, operador de som, e montador.

Paulo Américo

 

Paulo Américo é bacharel em Tecnologia da Comunicação Audiovisual pelo Instituto Politécnico do Porto, onde deu aulas entre 2001 e 2006. É, atualmente, formador da Escola Superior de Teatro e Cinema. Desde 2008, é um dos mais reputados e concorridos técnicos de correção de cor no cinema português.

Pedro Filipe Marques

 

Pedro Filipe Marques nasceu no Porto, onde estudou química, música e medicina.  Acabou por se licenciar em realização cinematográfica pela Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa. Fez o mestrado em Comunicação e Artes pela Universidade Nova de Lisboa. No cinema, dedica-se sobretudo à realização de documentários e trabalha regularmente na área da montagem desde o ano 2000.  Trabalhou com realizadores como Pedro Costa, Miguel Gomes, Manuel Mozos, Margarida Cardoso, Sérgio Trefaut, entre muitos outros. Em 2011, a sua longa documental “A Nossa Forma de Vida”, arrecadou vários prémios em festivais nacionais e internacionais. Por outro lado, no Teatro, fez várias incursões na criação vídeo, encenação e dramaturgia. A sua filmografia contempla obras como:  2019 – Viveiro, 82’; 2017 – Macbeth, 117’; 2016 – O Lugar Que Ocupas, 175’; 2014 – Ah, Os Dias Felizes, 92’; 2013 – O encontro é uma ferida, 14’; 2012 – Exatamente Antunes, 105’; 2011 – A Nossa Forma de Vida, 91’; 2008 – Eu, luto, 19’.


 

 

 

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