Spring Seminar 2023

David Joselit

David Joselit

Joselit começou sua carreira como curador no The ICA em Boston de 1983-1989. Depois de receber o seu doutoramento em Harvard em 1995, lecionou na University of California, Irvine e na Yale University, onde foi diretor de departamento de 2006 a 2009 e, mais recentemente, no CUNY Graduate Center. Joselit é autor de Infinite Regress: Marcel Duchamp 1910-1941 (MIT, 1998), American Art Since 1945 (Thames and Hudson, 2003), Feedback: Television Against Democracy (MIT, 2007) e After Art (Princeton University Press, 2012 ).

 

Delfim Sardo

delfim sardo

Delfim Sardo (Aveiro, 1962) é Professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e Administrador do Centro Cultural de Belém. Doutorado em Arte Contemporânea pela Universidade de Coimbra, foi Consultor da Fundação Calouste Gulbenkian, Diretor do Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém e Programador de Artes Visuais da Culturgest. Foi curador da Representação Portuguesa à Bienal de Veneza em 1999 e co-curador da Representação Portuguesa à Mostra Internazionale di Architettura di Venezia em 2010, ano em que foi Curador-Geral da Trienal de Arquitetura de Lisboa. Foi curador geral da Bienal Anozero 1917. É autor de vários livros no campo da Teoria da Arte. Escreve regularmente sobre Arte e Arquitetura.

 

Nuno Faria

Nuno Faria

É curador independente e professor convidado na Escola Superior de Design das Caldas da Rainha e na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa. Trabalhou no Instituto de Arte Contemporânea do Ministério da Cultura de Portugal (1997-2003) e na Fundação Calouste Gulbenkian (2003-2009). Foi diretor artístico do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, em Guimarães (2013-2019) e do Museu da Cidade do Porto (2019-2022).

Jonathan Uliel Saldanha

Jonathan Saldanha

JONATHAN ULIEL SALDANHA é compositor, artista visual e encenador, pesquisando áreas que cruzam pré-linguagem, alteridade e ficção científica. Programou o CCB durante 2022 com um ciclo de concertos. Foi artista associado do Teatro Municipal do Porto para 2020/2022 apresentando as peças RED MERCURY, LITHIUM FAUST, 3xDRILLS e LIBIDINAL LAKE. Em 2019, estreou a sua peça vocal e escultura Scotoma Cintilante / Dysmorphia (Universidade Católica do Porto, BoCA – Bienal, Teatro Nacional São Carlos). Dirige os projetos HHY & The Macumbas e HHY & The Kampala Unit. Fundou o coletivo SOOPA, produtora de concertos/performances do Porto, em 1999. O Museu de Serralves publicou o seu filme/ensaio Mundo de Cristal, Máquina da Selva. Sua música foi editada por Nyege Nyege, iDEAL, SILO, Wordsound, House of Mythology, Tzadik. Colabora desde 2018 com a editora africana Nyege Nyege. É representado pela Galeria Duarte Sequeira.

 

Sergei Loznitsa

Sergei Loznitsa

Sergei Loznitsa nasceu em 5 de setembro de 1964 na cidade de Baranovitchi, na Bielo-Rússia que, naquela época, fazia parte da União Soviética. Mais tarde, sua família mudou-se para Kiev, na Ucrânia, onde Loznitsa concluiu o ensino médio. Em 1991, candidatou-se ao Instituto Estatal Russo de Cinematografia em Moscou. Depois de passar por um rigoroso processo de seleção, Sergei Loznitsa foi admitido no Instituto. Desde 2000, ele produz trabalhos no Studio of Documentary Films em São Petersburgo. Em 2000, ele recebeu a bolsa “Programa Nipkov” em Berlim e, em 2001, imigrou com a família para a Alemanha.
Sergei Loznitsa dirigiu 22 documentários aclamados internacionalmente e 4 longas-metragens. Seus filmes foram exibidos na Bienal de Veneza e nos principais festivais de cinema, como o Festival de Cannes e o Festival Internacional de Cinema de Berlim. O longa In the Fog (V tumane) recebeu o prêmio FIPRESCI em Cannes. Com o longa Donbass, Loznitsa foi premiado como melhor realizador na secção Un Certain Regard de Cannes.


Sofia Borges


Sofia Borges é uma artista conceitual que há quinze anos usa a fotografia para investigar noções filosóficas sobre a relação entre matéria, imagem e significado. Considerada uma das artistas contemporâneas brasileiras mais importantes de sua geração, nos primeiros sete anos de sua carreira, Borges desenvolveu um grande e contundente corpo de trabalhos explorando a fotografia e a compreensão filosófica expandida das imagens. A partir daí, nos últimos cinco anos, ela começou a produzir instalações e práticas intrincadas que exercitam a ideia de uma obra de arte total por meio de complexos projetos curatoriais e performances. Mais recentemente, também incorporou a montagem e a pintura em sua pesquisa de imagens. Seu trabalho pertence a importantes coleções internacionais como The Museum of Modern Art (MoMA) e Foam FotografieMuseum, além de todas as principais coleções institucionais do Brasil, como MASP, Pinacoteca de São Paulo, IMS, MAM SP, CCSP, Prêmio Pipa , entre outros. Vive e trabalha em Nova York, EUA. Nasceu em Ribeirão Preto, Brasil.

 

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