CONVIDADOS
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CAMILLE AMET Lime68k (Camille Amet) é artista de música computacional e artista visual digital de Rennes, na Bretanha. Ela utiliza livecoding e ferramentas audiovisuais em tempo real para criar sons e imagens abstratas, não convencionais, mas expressivas, através da pesquisa persistente da complexidade por meio de unidades simples. |
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DANIELLE BRATHWAITE-SHIRLEY Danielle Brathwaite-Shirley (nascida em 1995, em Londres) vive e trabalha entre Berlim e Londres. Trabalhando predominantemente com animação, som, performance e desenvolvimento de videojogos, e com experiência em impressão DIY e ativismo, a prática da artista concentra-se em entrelaçar experiências vividas com ficção para recontar e arquivar de forma criativa as histórias de pessoas trans negras. Danielle utiliza tecnologias interativas para criar espaços participativos que desafiam as narrativas tradicionais e incentivam o envolvimento ativo. Os seus projetos assumem frequentemente a forma de videojogos imersivos, nos quais os jogadores navegam por escolhas que confrontam os seus pressupostos e preconceitos, promovendo conversas mais profundas sobre identidade, privilégios e opressão sistémica. Através do uso inovador dos meios digitais, Danielle não só preserva histórias, mas também imagina futuros inclusivos onde as vozes daqueles que são ignorados ou apagados são centrais. O seu trabalho é tanto «arquivo como insurreição», um catalisador para o diálogo, convidando o público a refletir sobre os seus papéis dentro de estruturas sociais mais amplas.
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DIANA POLICARPO Diana Policarpo (Lisboa, 1986) vive e trabalha entre Lisboa e Londres. Exposições individuais e screenings recentes incluem Thyssen-Bornemisza National Museum, Madrid (ES), CAM-Gulbenkian, Lisboa (PT), CWB-Paris (FR), Rialto 6, Lisboa (PT), Manifesta 15, Barcelona (ES), McaM Xangai (CH), Biennale Gherdëina, Val Gardena (IT), Kunsthall Aarhus (DK), Helsinki Biennial (FI), Fondazione Sandretto Re Rebaudengo, Turim (IT), Ocean Space, Veneza (IT), RADIUS CCA, Delft (NL), CRAC Occitanie, Sète (FR), Kunsthall Trondheim (NO), MAAT, Lisboa (PT), Kunstverein Leipzig (DE), Kunsthalle Baden-Baden (DE), Whitechapel Gallery, ICA and LUX - Moving Image em Londres (UK). |
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GÜNSELI YALCINKAYA |
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KEIKEN / HANA OMORI Keiken (経験), que significa «experiência» em japonês, é um coletivo artístico liderado por Hana Omori, pioneira numa abordagem colaborativa para criar mundos imersivos através de narrativas incorporadas, tecnologias empáticas e construção profunda de mundos. O seu trabalho move-se fluidamente entre jogos, filmes, instalações e performances, criando experiências que prototipam futuros especulativos. Keiken cria experiências profundamente interligadas que convidam o público a sentir, conectar-se e transformar-se. |
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JOÃO MELO Mais informação em breve. |
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JOÃO PIMENTA GOMES João Pimenta Gomes (Lisboa, 1989) é um artista visual e músico que vive e trabalha em Lisboa. Estudou Produção Musical, Fotografia e Desenho e é professor convidado de Som e Imagem na Escola das Artes da Universidade Católica do Porto. A sua prática recorre a referências do campo musical e explora as relações entre o espaço e o corpo através da manipulação de sintetizadores modulares, imagens, vídeos e objetos. Os seus trabalhos criam experiências que exploram a proximidade e as tensões entre o analógico e o digital, o sensorial e o conceptual. Através de performances e eventos ao vivo, o artista expande estas experiências ao público que, ao entrar em contacto com as obras, observa o processo de criação da ideia musical e da composição sonora, tornando o seu corpo — a sua aproximação, afastamento ou modelagem — um elemento central na criação das obras. Os seus projetos, performances e exposições incluem a exposição coletiva Esfíngico Frontal (com curadoria de Germano Dushá), Galeria Mendes Wood DM, São Paulo, 2023; Poly-Free, MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa, 2022; Alto Mar / Metavox, Palácio Nacional de Belém, Lisboa e Les Laboratoires d’Aubervilliers, Aubervilliers, 2022; Doppelganger III, Sound & Future, Plataforma Revólver, Lisboa, 2022; e Doppelganger VII, Lux Frágil, Lisboa, 2022; Clouds, Kunstraum Botschaft, Berlim, 2021; Winter Work, Galeria Quadrado Azul, Lisboa, 2021, enquanto membro do grupo Matéria Simples, com o qual também criou A Ilha de Calipso, Appleton Garagem, Lisboa, 2020; e Micro Resonances (Appleton Box, Lisboa, 2020). https://www.joaopimentagomes.com/
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JOASIA KRYSA
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LEGACY RUSSELL Exposições recentes incluem Code Switch: Distributing Blackness, Reprogramming Internet Art no The Kitchen, em colaboração com o Schomburg Center e o MOCAD (2024-2025); Harmony Holiday: BLACK BACKSTAGE no The Kitchen (2024); Matthew Lutz-Kinoy: Filling Station no The Kitchen (2023). Recebeu o Prémio Thoma Foundation 2019 de Escrita de Arte em Arte Digital, foi bolseira da Residência Rauschenberg 2020, recebeu o Prémio Creative Capital 2021, bolseira do Pompeii Commitment Digital 2022-2023, bolseira do Center for Curatorial Leadership 2023, bolseira do Lunder Institute for American Art 2024-2025 e vencedora do prémio Obama Leader 2025-2026. O seu primeiro livro é o aclamado pela crítica Glitch Feminism: A Manifesto (Verso Books, 2020). O seu segundo livro, BLACK MEME (Verso Books, 2024), foi nomeado para o Prémio National Book Critics Circle de 2024. O primeiro livro de poemas de Russell é GAY POMPEII (GenderFail, 2025). |
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LIBBY HEANEY Libby Heaney trabalha com a materialidade quântica para desestabilizar as condições através das quais o significado, o tempo e a perceção tendem a fixar-se. Reconhecida como a primeira artista a utilizar a computação quântica como um meio artístico plenamente funcional, desde 2019, a sua prática atravessa vidro, aguarela, performance, som, vídeo, impressão e sistemas computacionais, incluindo IA e tecnologias quânticas, entendidos não como ferramentas de representação, mas como lugares onde a coerência pode falhar. |
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LUCA ARGEL Luca Argel é um cantautor e escritor carioca, em trânsito por Portugal há mais de 10 anos, onde também criou raízes. Seus projetos artísticos conciliam pesquisa histórica, ativismo político e experiências musicais que desconhecem fronteiras. No Brasil, licenciou-se em música e foi professor em escolas públicas e ONGs. Em Portugal, enquanto cursava o mestrado em Literatura, iniciou a carreira profissional nos palcos, cantando com os grupos Samba Sem Fronteiras e Orquestra Bamba Social, com quem ainda cultiva e dissemina um grande amor pelo samba, gênero fundamental em seu percurso. Concilia a atividade musical com a literária, que já lhe rendeu a publicação de livros de poesia no Brasil, Espanha e Portugal, tendo sido um deles semifinalista do Prêmio Oceanos em 2017. Também escreve música para espetáculos de dança, cinema, e produziu programas de rádio e podcasts dedicados à música brasileira. Tem 6 álbuns lançados, com os quais já circulou em turnês por Portugal, Espanha, França e Macau, passando por palcos como o Rock in Rio Lisboa; Théâtre du Châtelet; Festival de Músicas do Mundo de Sines; e o Festival da Canção RTP, onde levou até à semifinal uma composição sobre a xenofobia e o preconceito contra imigrantes que tanto tem crescido em todo o mundo.
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NUNO LOUREIRO Nuno Loureiro é um produtor, multi-instrumentista e artista sonoro do Porto. A sua insistência na experimentação com abordagens processuais faz com que o seu som esteja em constante evolução. Editou Lua Onus pela Superpang em 2023 e tem tocado internacionalmente, a solo ou com os projectos musicais: TNL, Solar Corona, Fugly & Milteto. Entre as suas colaborações destacam-se os trabalhos com Richie Culver e Pedro Huet. A par do seu trabalho musical, apresenta o programa de rádio mensal an “reza clunx schemes" na CAMP radio. |
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PITA ARREOLA Pita Arreola é diretora de programas do arebyte Digital Art Centre, em Londres, e cofundadora do Off Site Project, uma plataforma curatorial dedicada a apoiar novos talentos da área de new media. Desde 2017, Pita trabalhou com mais de 200 artistas de todo o mundo no desenvolvimento de projetos experimentais que exploram criticamente o impacto social das tecnologias emergentes. De 2021 a 2024, foi curadora de arte digital no Victoria and Albert Museum. É também coeditora de Digital Art:1960s-Now (V&A, Thames & Hudson, 2024), um livro que explora as histórias por trás da arte digital. |
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TABITA REZAIRE Tabita Rezaire é a infinidade encarnada num agente de cura, que usa a arte como meio para revelar a alma. |
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VAL RAVAGLIA Val Ravaglia é curadora de arte internacional na Tate Modern, em Londres. Tem um interesse especial em práticas curatoriais transdisciplinares e recentemente foi curadora da exposição Electric Dreams: Art and Technology Before the Internet (2024-25), destacando a arte inspirada na inovação científica entre os anos 1950 e o início dos anos 1990; a exposição está atualmente patente no OGR, em Turim, até 10 de maio de 2026. Val ajudou na reorganização completa das exposições da Tate Modern na preparação para a expansão do museu em junho de 2016. Foi curadora assistente da Turbine Hall Commission 2017 da SUPERFLEX e da retrospectiva de Nam June Paik na Tate Modern em 2019, co-curou a exposição gratuita A Year in Art: Australia 1992 (2021-23) e liderou a exposição itinerante da Tate The Dynamic Eye: Beyond Op and Kinetic Art, nas suas versões no Porto (2023) e Istambul (2024). A sua próxima exposição é uma exposição individual de Julio Le Parc, com inauguração na Tate Modern a 11 de junho de 2026. |