2025
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Xadalu Tupã Jekupé Xadalu Tupã Jekupé (Alegrete, RS) é artista indígena guarani cuja prática se ancora no legado do Barroco Guarani Missioneiro e nos processos de catequização e apagamento cultural no pampa. Trabalhando com pintura, serigrafia, fotografia e instalação, cria narrativas que entrelaçam mito, espiritualidade e história, tensionando a colonialidade e afirmando a contemporaneidade da arte indígena. Já realizou residências na França, Espanha, Itália, Chile, no Collegium (Arévalo) e no Humboldt Forum (Berlim). A sua obra integra coleções de referência como a Coleção de Arte do Tesoura da Franca, Museu Nacional de Belas Artes, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte do Rio, Museu das Culturas Indígenas, Fundação Iberê Camargo e Collegium. |
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Yuli Yamagata Yuli Yamagata (1989) vive e trabalha em São Paulo, tendo-se licenciado em Belas Artes, especialização em Escultura, na Universidade de São Paulo. Desde 2015, tem exposto regularmente o seu trabalho no Brasil e internacionalmente. Para criar as suas peças, Yuli Yamagata trabalha, essencialmente, com tecidos, sobrepondo diferentes têxteis, texturas e padrões - da seda ao veludo, incorporando materiais como resina e tinta, bem como objetos de natureza distintas, sejam eles orgânicos ou artificiais. Yuli descreve o seu processo criativo como algo que parte da fisicalidade do material em si ou de uma narrativa previamente escolhida. Os seus trabalhos, sempre cheios de camadas, referências e sobreposições, convidam o público a decifrar e interpretar as formas e origens dos seus objetos, dando origem a um jogo intenso com o seu receptor. Das diversas instituições onde realizou exposições individuais e coletivas destacam-se a Anton Kern Gallery, New York (USA), MAC Niterói, Rio de Janeiro (BRA), Luisa Strina Gallery, São Paulo (BRA), Pinacoteca de São Paulo (BRA), Denver Art Museum, (USA), CCBB Rio de Janeiro (BRA), Kunsthalle Lissabon, Lisboa (PRT), Pinta Fair Miami (USA), MARP (BRA), Wesley Duke Lee Art Institute, São Paulo (BRA), Madragoa, Lisbon (PRT), Ordet, Milan (ITA) e Art Basel Parcours, Basel (SUI), entre outros. https://yuliyamagata.com/ |
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Tiago Madaleno e Joana Patrão
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José Manuel Ruiz José Manuel Ruiz Toledo (Espanha, 1984) é artista, docente e investigador, doutorado em Novas Práticas Artísticas. É professor na Universidad Rey Juan Carlos, em Madrid, e colabora com a Universitat Oberta de Catalunya. A sua prática artística centra-se sobretudo na instalação multimédia, articulando investigação estética e reflexão crítica sobre a cultura contemporânea. |
2018 – 2024
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Rosangela Renno Rosângela Rennó, Belo Horizonte, 1962, vive e trabalha no Rio de Janeiro. |
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Matthew C. Wilson Matthew C. Wilson é um artista, cineasta e investigador americano. Wilson tem um mestrado em Artes Visuais pela Universidade de Columbia. Participou no Whitney Independent Study Program e em numerosas residências, incluindo a Jan van Eyck Academie, Skowhegan, CSAV - Artists' Research Laboratory na Fondazione Antonio Ratti, Tabakalera Artistic Research Residency, Terra Foundation Summer Residency. |
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Letícia Ramos Letícia Ramos é uma artista cientista que explora novas formas de representar o mundo através de invenções em suportes fotográficos. Partindo de acontecimentos históricos e fenómenos naturais, aborda as ligações simbólicas entre política, ciência e imaginação, onde o futuro e o passado se sobrepõem. Na sua investigação rigorosa do meio fotográfico analógico, utiliza escultura, modelos e técnicas de efeitos especiais para criar paisagens imaginárias, narrativas e fabricações que são formalizadas em fotografias, instalações e filmes. |
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Alice Micelli A obra de Alice Miceli (Rio de Janeiro, 1980) alterna entre o vídeo e a fotografia, partindo frequentemente da investigação de acontecimentos históricos e de viagens exploratórias, através das quais reconstrói vestígios culturais e físicos de traumas passados infligidos a paisagens sociais e naturais. O seu trabalho faz parte de importantes colecções internacionais como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil), a Cisneros Fontanals Art Foundation (EUA) e a Moscow Biennale Art Foundation (Rússia). |
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Matias Piñeiro Matías Piñeiro (Buenos Aires, 1982) é um dos nomes mais importantes da nova geração de realizadores sul-americanos. Tem afirmado uma voz distinta, com filmes inventivos que se baseiam livremente em textos dramáticos clássicos para explorar o poder do desejo e da linguagem e a brutalidade da solidão, em narrativas fragmentadas que especulam sobre o potencial do cinema para contar histórias complexas e múltiplas de personagens. Apresentou os seus filmes em muitos dos principais festivais internacionais de cinema, incluindo Berlinale, Locarno, Toronto, Nova Iorque e San Sebastian, e em museus como o Tate Modern e o MoMa. O seu trabalho tem sido objeto de retrospectivas em locais como o Jeu de Paume Musée du Louvre, Cinematek (Bruxelas), Filmoteca Española - Cine Doré (Madrid), Arsenal - Cinematek (Berlim). Como programador, tem colaborado com o Festival de Cinema Punto de Vista e o lendário Anthology Film Archives, entre outros. Relativamente à experiência de ensino, Matias Piñeiro trabalha com o Pratt Institute (Nova Iorque) desde 2016 e tem colaborado com escolas e universidades como Le Fresnoy - Studio Natuional des Arts Contemporains, CalArts e Deutsche Film-und Fernsehakademie Berlin - DFFB. |
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Igor Jesus Igor Jesus vive e trabalha entre Lisboa e Berlim, onde se encontra atualmente em residência na Künstlerhaus Bethanien, até dezembro de 2017, com o patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian. É licenciado em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Em 2013, ganhou o primeiro prémio no concurso do ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual) para a realização de curtas-metragens. As suas exposições individuais incluem: Chessari (2016), Galeria Solar, Vila do Conde, A última carta ao Pai Natal (2015), Galeria Filomena Soares e Debaixo do Sol (2015), Appleton Square, ambas em Lisboa. Em 2014 apresentou a exposição Old School #32, em Lisboa, e em 2013, Peso Morto, Espaço Zero, Tomar. Entre as suas exposições colectivas mais recentes, destacam-se: HangarOut - EntreLinhas, Palácio Marquês de Abrantes (2017), 2016 Artists' Film International (no MAAT, Lisboa, Whitechapel Gallery, Londres, Istanbul Modern, Turquia, GAMeC - Galleria d'Arte Moderna e Contemporanea di Bergamo, Itália, e Project 88, Bombaim, Índia); Topología del Aura, Galeria Bacelos, Madrid (2016), Abaixo as fronteiras! Vivam o design e as artes - Diálogo sobre design e obras da coleção António Cachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas e Pátio da Galé em Lisboa (2016) e The lynx knows no boundaries, Fondation d'Entreprise Ricard, Paris. |
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Ben Russell Ben Russell (Massachusetts, 1976) é um artista, curador e cineasta cujo trabalho se situa na intersecção entre a etnografia e o psicadelismo. |
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Yohei Yamakado Yohei Yamakado (Kobe, 1987) vive em França, onde tem vindo a desenvolver peças sonoras e visuais. Desde 2017, frequenta o Le Fresnoy - Studio National des arts contemporains, onde realizou os filmes La lyre à jamais illustra le taudis (2018) e Amor Omnia (2019). |
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Jonathan Uliel Saldanha Construtor sonoro e cénico, trabalha na interceção do som, do gesto, da voz, do palco e do filme. Operando elementos de pré-linguagem, coros generativos, animismo acústico, eco, mimetismo e intra-cranial-dub. Estudou Tabla, com o grupo de música hindustani Jugalbandi. Estudou escultura na Faculdade Belas Artes do Porto. Fundador do coletivo SOOPA (1999), e cofundador da editora SILORUMOR, parte do duo FUJAKO, diretor de HHY & The Macumbas. |
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Vasco Araújo Vasco Araújo (Lisboa, 1975) é um nome incontornável no panorama da arte contemporânea. Vencedor do prémio EDP Novos Artistas em 2003, tem realizado, desde então, várias exposições individuais e colectivas em importantes espaços e eventos como o Museu de Serralves, Gasworks, Jeu de Paume, Bienal de Veneza ou Palais de Tokyo. O seu corpo de trabalho vai da escultura à fotografia e ao filme, abordando temas de memória, identidade ou teatralidade em envolventes instalações transmédia. |
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Ana Vaz Ana Vaz é uma artista e cineasta cujos filmes, instalações e performances especulam sobre as relações entre mito e história, o eu e o outro através de uma cosmologia de referências e perspectivas. Os seus filmes combinam materiais encontrados e filmados com a especulação etnográfica, explorando as f(r)icções impressas em ambientes cultivados e selvagens. Licenciada pelo Royal Melbourne Institute of Technology e Le Fresnoy, Ana foi também membro da SPEAP (School of Political Arts), um projeto dirigido por Bruno Latour. As projecções recentes do seu trabalho incluem o NYFF, TIFF, Courtisane, Cinéma du Réel (Grand Prix) e focos específicos dedicados ao seu trabalho no Flaherty Seminar (EUA) e Doc's Kingdom (Portugal). O seu trabalho foi apresentado em importantes exposições colectivas, como a Bienal de Arte Jovem de Moscovo e a Dhaka Art Summit. Em 2015, recebeu o Kazuko Trust Award, atribuído pela Film Society of Lincoln Center, em reconhecimento da excelência artística e da inovação no seu trabalho com imagens em movimento.
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Nuno da Luz Para a sua residência, Nuno da Luz pesquisou a envolvente da Escola das Artes. Estava interessado em investigar as especificidades marítimas da Foz do Douro (onde o rio Douro se encontra com o oceano). Depois de praticar uma observação crítica e atenta, recolheu os sons e os dados do movimento das ondas no Instituto Hidrográfico. Mais tarde, conseguiu recriar este ambiente numa instalação imersiva de som e luz. |
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Salomé Lamas Durante a sua residência no SoA, Salomé Lamas concentrou-se no seu projeto sobre a Transnístria, um Estado não reconhecido que se separou da antiga República Socialista Soviética Moldava da União Soviética em 1990. Trabalhou na pós-produção de Extinction, o filme que lançou no final desse ano. Salomé Lamas (Lisboa) estudou cinema em Lisboa e Praga, artes visuais em Amesterdão e é doutoranda em estudos de arte contemporânea em Coimbra. |
Programa de residências CITAR
| 2023/2024 João Canijo Sandro Aguilar Cláudia Varejão Salomé Lamas Marco Martins Hugo Canoilas Francisco Tropa João Maria Gusmão |
2022/2023 João Canijo Sandro Aguilar Ben Rivers Salomé Lamas Sandro Aguilar Marco Martins Carla Filipe |
| 2021/2022 Sandro Aguilar Ben Rivers Salomé Lamas Ana Vaz |
2020/2021 |
| 2019/2020 João Canijo Filipa César Rui Xavier |
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