Performance
WE NEED TO DO THIS NOW
Danielle Brathwaite-Shirley
Estamos na vanguarda de uma nova explosão tecnológica. A inteligência artificial surgiu, mudando o investimento e o desenvolvimento. Os governos desenvolveram formas mais eficazes de implementar regimes dentro da tecnologia. A censura assume uma relação simbiótica mais complexa com a nossa presença online. Estamos à beira do precipício.
Como vais posicionar-te neste novo mundo que chegou?
Uma palestra performativa sobre como encontrar o nosso lugar numa nova implementação de tecnologia cada vez maior nas nossas vidas quotidianas. O público poderá determinar, através de escolhas, a direção que a palestra tomará e os temas que serão abordados.
Art + Tech x Cosmos =
O programa reúne artistas, tecnólogos criativos, curadores, escritores e pensadores com contribuições que abrangem várias constelações temáticas: desde o espiritual e o mítico, infraestruturas sociotecnológicas e lógicas (des)coloniais, até futuros especulativos. Através destas contribuições, o programa explora o potencial para remodelar a forma como pensamos sobre a criatividade humana e não humana, como experimentamos a convergência da arte e da tecnologia e como as suas possibilidades imaginativas podem inspirar novas práticas culturais e mundos. Com curadoria de Joasia Krysa, Nuno Crespo, Daniel Ribas e José Alberto Gomes
CONVIDADOS
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DANIELLE BRATHWAITE-SHIRLEY Danielle Brathwaite-Shirley (nascida em 1995, em Londres) vive e trabalha entre Berlim e Londres. Trabalhando predominantemente com animação, som, performance e desenvolvimento de videojogos, e com experiência em impressão DIY e ativismo, a prática da artista concentra-se em entrelaçar experiências vividas com ficção para recontar e arquivar de forma criativa as histórias de pessoas trans negras. Danielle utiliza tecnologias interativas para criar espaços participativos que desafiam as narrativas tradicionais e incentivam o envolvimento ativo. Os seus projetos assumem frequentemente a forma de videojogos imersivos, nos quais os jogadores navegam por escolhas que confrontam os seus pressupostos e preconceitos, promovendo conversas mais profundas sobre identidade, privilégios e opressão sistémica. Através do uso inovador dos meios digitais, Danielle não só preserva histórias, mas também imagina futuros inclusivos onde as vozes daqueles que são ignorados ou apagados são centrais. O seu trabalho é tanto «arquivo como insurreição», um catalisador para o diálogo, convidando o público a refletir sobre os seus papéis dentro de estruturas sociais mais amplas.
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