Panorama #19 · Biodiversidade, Arte e Ecologia

14.06.2019 13:00 — 15.06.2019 22:05

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14.06.2019 13:00 15.06.2019 22:05 Panorama #19 · Biodiversidade, Arte e Ecologia Link: https:///pt/node?page=6&msite=10

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto

Panorama #19
Biodiversidade, Arte e Ecologia
Apresentações finais da Escola das Artes
 
A Escola das Artes - Universidade Católica Portuguesa tem o prazer de convidar para Panorama #19: Biodiversidade, Arte e Ecologia, nos dias 14 e 15 de junho, no Campus Foz da Católica no Porto. Durante estes dois dias, os alunos finalistas apresentam o trabalho que desenvolveram durante todo o ano.
 
O tema que este ano serviu de ponto de partida para os trabalhos foi Biodiversidade, Arte e Ecologia, dando continuidade à reflexão desenvolvida na Escola durante todo o ano letivo. O programa público de aulas abertas é disso exemplo, tendo funcionado como plataforma de encontro entre os estudantes, convidados e a comunidade.
 
Neste contexto, os alunos desenvolveram abordagens e métodos de trabalho que problematizam as questões prementes da ecologia e da biodiversidade. Desde filmes que lançam um olhar sobre o meio-ambiente, a instalações sonoras compostas a partir de recolhas de som de ecossistemas, até concertos e filmes de animação que evocam o futuro distópico de catástrofe ecológica. 
 
Celebrando a conclusão de um ciclo, o Panorama #19 é também organizado com a colaboração da Associação de Estudantes da Escola das Artes, potenciando a participação autónoma e empenhada dos alunos.
 
Na sua multidisciplinaridade, o Panorama #19 é um resumo do que se criou e pensou na Escola das Artes em 2018/19, e que concretiza o objetivo de formar artistas e profissionais que reflitam criticamente sobre a realidade. 
 
PROGRAMA
* devido condições climatéricas este programa está sujeito a alterações.
14 JUN | SEXTA-FEIRA
 
15:00h
Abertura Pátio das Artes
 
15:00 - 17:00h | Edifício de Restauro
Oficinas Abertas
Org. alunos da Licenciatura e Mestrado em Conservação e Restauro
 
17:30 - 18:30h | Auditório Ilídio Pinho
Sessão de Cinema · 1
Azerty · Bruna Bandeirinha e Rúben Cavaco
The End of Something New · Sofia Pinto
Glória · Pedro Marques
1955 · Eduardo Sevillano
Dois Dias · Beatriz Ferreira e João Dias
O Renascer do Lince Ibérico · Miguel Brito
 
Fecho de sessão com a participação dos alunos da Pós-Graduação em Música Sacra
Org. Pedro Monteiro
 
19:00h | Bar das Artes
Performance Musical
Coniferophyta · Hypnagogia (Benjamin Gomes)
Duração: 12’ aprox.
 
19:30h | Sala de Exposições 
Performance
CRU / Crude (Música para Paredes), 1973/2009
Composição de Guilherme Vaz, apresentada por Nuno da Luz, com a participação dos alunos de Projecto Artístico - Área de Produção Áudio, 3º ano da Licenciatura de Som e Imagem
Duração: 15’ aprox.
 
21:00 - 21:45 | Pátio das Artes
Concertos · 1
Silence · Vasco Venade
Earthbound Caress (An Intuitive experience) · Mafalda Magalhães
 
21:45 - 23:00 | Auditório Ilídio Pinho
Sessão de Cinema · 2
Abertura · performance musical:
Unspoken Vibrations · Filipe Moreira
 
A Life's Dream · Maria Martins  
Casa na Praia · Teresa Folhadela
A Crack of Hope · Beatriz Oliveira
Simulacro · Duarte Maltez
04:30 am · Beatriz Santos
Auspício · Vasco Trabulo Bäuerle
 
23:00-23:45h | Pátio das Artes
Concertos · 2
100Aura · Produção Musical: Miguel Canelhas
Impulses - Through Time · José Chaves
 
23:45 - 00:30h | Auditório Ilídio Pinho
Sessão de Cinema · 3
None of Your Beesiness? · Maria Alves
Santa Baia · Sabela Souto
Entre Eles · João Lopes
Keep Away · Eduarda Azevedo
 
00:30-01:00h | Pátio das Artes
Mujipuki / Dj-set
 
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15 JUN | SÁBADO
 
15:00h
Abertura Pátio das Artes
 
15:00 - 17:00h | Bar das Artes
Duas de letra · conversas AE
Org. Associação de Estudantes da Escola das Artes
 
15:30 - 17:00h | EC105
Aula Aberta · Luís Miguel Girão
Org. Mestrado em Gestão de Indústrias Criativas
 
17:30 - 18:30h | Auditório Ilídio Pinho
Sessão de Cinema · 4
Penumbra · Maria Reis
Retalhos de um Melodrama · Rita Silva
Hey, · Gonçalo Oliveira e Leonor Cunha Ferreira
Loki · Ana Marta Novais
O Gigante · Jorge Pinto
 
19:00h | Sala de Exposições
Aula Final · Arte & Ecologia
João Queiroz (artista)
Org. Centro de Conservação e Restauro
Colaboração: Fundação de Serralves
 
20:30 - 21:45 | Pátio das Artes
Concertos · 3
Alunos de Prática Musical + coro do CRP - Universidade Católica Portuguesa
Org. Pedro Monteiro
Nature's Voices! · Diogo Neto/Luís Silva
Echo System · Ivo Samuel/ Diogo Malta
 
21:45 - 23:00 | Auditório Ilídio Pinho
Sessão de Cinema · 5
Abertura Musical com a participação dos alunos do Mestrado em Ensino de Música
Org. Sofia Serra
 
Há Alguém na Terra · Francisca Magalhães, Joana Tato Borges e Maria Canela
Opalina · Tatiana Monteiro
What Really Goes Through Our Minds · Gonçalo Neves
Obduto · Henrique Rocha
Alvorada · Carolina Neves
 
23:00 - 00:00h | Pátio das Artes
Concertos · 4
Biofonia · David Burai
Biodiversidade: Do Natural ao Urbano · Guilherme Sá
Kurmagati · João Espassandim
Noise Industry · André Pereira
 
00:00-01:00h | Pátio das Artes
Concerto
Lineless
 
Exposições Abertas durante os 2 dias das 15:00h às 00:00h
Pisos 0 e -1
 
SWARM · Francisco Antão
Through Space and Time · Ricardo Sá
Sunbathing · Matilde Guimarães
Fantasmas · Carla Carneiro
Daydream Nation · Pedro Dourado
Voragem · Jorge Lourenço
To be devoid of meaning is not identical with being lifeless · Marcelo Reis
O Silêncio em Contrastes · Diogo Passos
Contexto · Julia Vasaki
intro · Ana Rita Cipreste
Não datado, 2019 · Tomás Abreu
Simulacro · Duarte Maltez
4:30 a.m. · Beatriz Santos

 

 

 

 

 

Inscrições Abertas · Teen Academy

Som e Imagem | Ateliers de Curtas e de Experiências em Interactividade
 
Atelier de Curtas | 1 a 5 de julho de 2019
Atelier de Experiências em Interatividade | 5 de julho de 2019
 
PROGRAMA
Bem-vindo aos Ateliers de 'Curtas'!
Este é um CONVITE à
  • Descoberta da Escola das Artes
  • Participação em visitas orientadas aos seus estúdios, laboratórios e oficinas
  • Realização de atividades de experimentação artística e tecnológica
 
As suas atividades permitem
  • Ensaiar técnicas de produção de cinema, animação, gravação de som
  • Explorar os recursos tecnológicos associados à arte
 
Em poucos dias, os participantes poderão
  • Desvendar o quotidiano e a atmosfera da Escola das Artes
  • Compreender o que fazem os alunos de Som e Imagem
  • Perceber quais as áreas de trabalho ao seu alcance
As atividades destinam-se a alunos que frequentem o 10º, 11º e 12º anos.
 
A EQUIPA
Ateliers de 'Curtas'
Jaime Neves
Ricardo Megre
Vasco Carvalho
Carlos Lobo
Ricardo Ferreira
 
Atelier de “Experiências em Interactividade”
Luís Sarmento
Cristina Sá
 
INSCRIÇÕES
As inscrições estão abertas até dia 25 de junho.
As inscrições devem ser realizadas mediante o preenchimento deste FORMULÁRIO, onde estarão disponíveis também os dados para pagamento.
Ao realizar a inscrição será necessário enviar o documento de autorização de cedência de imagens e de saída, devidamente assinados, selecionando as opções de resposta pretendidas.

 

pt
04-06-2019

Escola das Artes participa em exposição de Serralves

 
Fotos © Fundação de Serralves
 
Inaugurou no dia 22 de maio às 17h30 em Serralves a exposição "Olhar Aprendiz: As Múltiplas Formas do Olhar" que conta com a participação do Centro de Criatividade Digital (CCD) da Escola das Artes.
 
A equipa coordenada pelo professor  Luis Teixeira  e constituída pelos bolseiros Diogo Morais ,  Manuel Silva e Rodrigo Assaf desenvolveu 3 experiências de realidade aumentada com o mote "Ver, Olhar, Experienciar", no âmbito do projeto CHIC (Cooperative Holistic View on Internet and Content).
 
“Olhar Aprendiz: As Múltiplas Formas do Olhar” dá continuidade ao Projeto Anual com Escolas do Serviço Educativo da Fundação de Serralves. A exposição mostra trabalhos desenvolvidos pelas escolas do ensino pré-escolar ao secundário, após um percurso no qual professores e alunos participaram em encontros, num seminário e nas oficinas desenvolvidas em Serralves. No ano letivo de 2018/19, o tema é “modos de ver” e lança as perguntas: que vemos quando olhamos? De que forma as diferentes maneiras de ver o mundo afetam a nossa opinião sobre ele e sobre as pessoas com as quais convivemos?
 
Para responder a estas questões, a equipa do projeto CHIC apresentou três experiências de realidade aumentada tendo como base a utilização de um dispositivo móvel (tablet). A experiência é acionada quando direcionado para um marcador de imagem que estará impresso e afixado na sala de exposições. “Perspetiva do Olhar” consiste na visualização de um olho humano composto por 3000 esferas que estão desordenadamente espalhadas em um único eixo do espaço tridimensional. Com isso, uma nova perspetiva emerge em função do ponto de vista escolhida pelo observador, que se transforma através da interação do observador. “Teletransporte do Olhar” permite o transporte através da realidade aumentada da icónica “Plantoir” [Colher de Jardineiro] de Claes Oldenburg & Coosje van Bruggen, para outros locais da cidade do Porto. A intenção é questionar e surpreender os utilizadores com novas perspetivas não reais teletransportando-os assim para um local diferente no qual o objeto se impõe. “Planeta Verde; de Plástico” permite jogar com a perspetiva de proximidade/afastamento do Planeta. Ao longe vemos um Planeta Azul e Verde, repleto de árvores, mas ao aproximar do marcador de imagem, vemos cada vez menos árvores e um mar que está repleto de garrafas de plástico, numa reflexão crítica sobre a realidade ecológica. 
 
A exposição é visitável até 15 de setembro de 2019, na sala do Serviço Educativo de Serralves, onde podes experimentar esta produção da Escola das Artes.
 
pt
27-05-2019

Investigação e Criação Artística no Cinema de Animação

21.05.2019 14:30

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Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto
Com Pedro Serrazina, David Doutel e Vasco Sá
21 MAI · Auditório Ilídio Pinho
 
É Preciso que eu Diminua (2016), Pedro Sarrazina para Samuel Úria · Agouro (2018) David Doutel e Vasco Sá
 
Mostra de filmes e conversa com Pedro Serrazina (realizador de animação, professor na Universidade Lusófona) e David Doutel e Vasco Sá (realizadores de animação), sobre as possibilidades e saídas criativas no Cinema de Animação em Portugal, tanto no âmbito da criação e produção de filmes, como na investigação académica.
 
Alguns dos temas a serem abordados passam pelos diferentes cargos artísticos na animação, aos tipos de projetos (cinema, instalações, video-clips), bem como a produção e financiamento de filmes. Haverá ainda espaço para se falar da investigação na animação, contribuição para o desenvolvimento do conhecimento e formação das novas gerações de animadores.
 
Notas Biográficas
David Doutel nasceu no ano de 1983 na cidade do Porto. Licenciou-se em Som e Imagem pela Universidade Católica do Porto com especialização em Animação. Nos últimos 10 anos desenvolveu o seu percurso no cinema de animação de autor, trabalhando como realizador, animador e diretor de produção. Parte integrante de equipas artísticas e de produção, contribuiu para a criação de inúmeras curtas-metragens de animação premiadas e selecionadas regularmente em festivais internacionais de cinema. Colabora desde o início do seu percurso com Vasco Sá com quem partilha a experiência de realização de 3 curtas-metragens de animação: O Sapateiro (2011), Fuligem (2014) e mais recentemente Agouro (2018), uma co-produção entre Portugal e França. Tem colaborado com a produtora Bando à Parte desde 2011, onde em conjunto com Vasco Sá tem sido responsável pela direção de produção de animação.
 
Pedro Serrazina é realizador de animação, premiado em inúmeros festivais, bem como docente e investigador na Universidade Lusófona de Lisboa, onde se doutorou. A sua tese reflete sobre o Espaço Animado e o uso de animação tradicional como ferramenta de perceção de património individual, social e cultural. Desenvolve trabalho para cinema de animação, site-specific e instalações, bem como video-clips, workshops e projetos académicos. Os temas que aborda vivem das relações entre a arquitetura, espaço público e animação. Formou-se no Royal College of Art em Londres, onde mais tarde foi coordenador da licenciatura em Animação na UCA Maidstone. Atualmente está a preparar a sua nova curta-metragem de animação What Remains of Us.
 
Vasco Sá nasceu no Porto em 1979. De raízes transmontanas, passa os seus primeiros dezoito anos em Trás-os-Montes, mudando-se então para o Porto, onde se licencia em Som e Imagem pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa. Neste contexto conhece David Doutel, com quem tem partilhado vários projetos no universo do Cinema de Animação, nomeadamente a realização das curtas-metragens O Sapateiro (2011, PT/ES) e Fuligem (2014, PT) - distinguidas com vários prémios a nível nacional e internacional - e de Agouro (2018, PT/FR), o mais recente trabalho. Para além deste percurso no âmbito da realização, tem integrado a equipa de diversos projetos cinematográficos de diferentes autorias, tanto na vertente artística como na de produção. Colabora, desde 2011, com a produtora Bando à Parte, onde exerce funções de realização e direção de produção, conjuntamente com David Doutel. Gosta de ver os montes à sua frente.

 

Arte & Ecologia · Paisagem e Povoamento · Jorge Gaspar

16.05.2019 18:00

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16.05.2019 18:00 Arte & Ecologia · Paisagem e Povoamento · Jorge Gaspar Link: https:///pt/node?page=6&msite=10

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Arte & Ecologia
Aulas Abertas
Auditório Ilídio Pinho · 18H
 
 
António Carvalho da Silva Porto, Paisagem tirada da Charneca de Belas ao pôr-do-sol (C. 1879), Óleo s/ tela
© Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Direção-Geral do Património Cultural / Arquivo de Documentação Fotográfica (DGPC/ADF)
 
16 MAI | Paisagem e Povoamento – Regresso à Charneca
Jorge Gaspar (geógrafo)
 
Aceitando que a paisagem é a apreensão sensível da ocupação do território e que esta resulta do povoamento – permanente/continuado ou esporádico/itinerante, importa começar por saber quais as forças determinantes do povoamento, da movimentação dos povoadores, dos construtores de paisagens.
 
Carlos de Oliveira é o guia excelente para abertura deste tema – Paisagem e Povoamento, subtítulo do seu romance Finisterra
 
Procuro sintetizar/peneirar este texto denso que é o da Finisterra, mas não é possível: o texto foi limpo até aos limites, já não tem nada mais que chão, terra, paisagem, em lentas e contínuas transformações: povoamento e despovoamento. Como muitas pessoas, que chegam, fazem e se vão, para voltarem a retomar o percurso da paisagem e do povoamento. (JG,2019)
 
A Gândara é o território matricial de Carlos de Oliveira, de onde parte e onde regressa, no romance e na poesia. Gândara é um tipo de paisagem geográfica, frequente no espaço do Noroeste Peninsular, e que para Sul toma a designação de charneca. É uma das formações vegetais mais comum a toda a Europa, também das mais resilientes, com raízes que atravessam o Quaternário, fazendo parte do património cultural europeu. 
 
Nesta apresentação pretendo apresentar situações que ilustram essa comunalidade, da Lapónia sueca ao Alentejo, nas artes e nas letras, na gestão e no ordenamento do território. 
 
Jorge Gaspar
6/5/2019
 
 
JORGE GASPAR
Jorge Gaspar (Lisboa, 1942), Geógrafo, Professor Catedrático Emérito, da Universidade de Lisboa, Investigador do Centro de Estudos Geográficos. 2º e 1º Assistente da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, Professor Catedrático Convidado do Instituto Superior Técnico e das Universidades de Umeå e de Paris X. Doutorado pela Universidade Lisboa (1972), pós-graduado (Fil.Lic. 1967) pela Universidade Lund, Suécia, licenciado pela Universidade de Lisboa (1965). Coordenou investigações e projetos aplicados em Geografia, Planeamento e Urbanismo (EU, ESF, VW STIFTUNG, FCG, INIC/JNICT/FCT).Colaborou nalguns grandes estudos e projetos de desenvolvimento regional e urbano do último meio século em Portugal: Sines (Comissão de Planeamento da Região de Lisboa e Gabinete da Área de Sines), Projeto de Administração Regional (MAI 1975-1976), EP OID Península de Setúbal, Estudos preparatórios QCA I e II; coordenador da equipa que elaborou a proposta técnica do Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território – PNPOT (2007). Publicou uma vintena de livros e mais de duas centenas e meia de artigos e opúsculos (recentes - 2018: “10 Entradas Geográficas para uma Visão dos Futuros de Lisboa”/”10 Geographical Entries for a Vision of Lisbon’s Futures” in Futuros de Lisboa/Futures of Lisbon , Lisboa, pp. 112-123. 2017: “¿Qué geografías para el siglo XXI?” in Martha Chávez Torres (Ed.) Generación de Conocimiento Geográfico Interdisciplinario y su Aplicación en la Búsqueda de Compromiso, El Colegio de Michoacán, Zamora – Michoacán, pp. 24-39.2016: “Futuro, cidades e território” in Finisterra, LI, 101, pp. 5-24; 2014: E-Coesão (com Sérgio Barroso), Estudos Cultura 2020, nº 9, para Secretário de Estado da Cultura/Gabinete de Estratégia.Sócio fundador da APG, da APDR, da APCP, da APU. Sócio efetivo, Vice Presidente e Presidente da classe de Letras da Academia das Ciências de Lisboa, membro da Academia Europaea e Doutor HC pelas Universidades de León, Genève e Évora. Prémio Universidade de Lisboa, Prémio Internacional Geocrítica. Em 1986 fundou o CEDRU – Centro de Estudos e desenvolvimento regional e urbano Lda, onde continua a colaborar. Medalha de Honra, ouro, do Município de Alvito. Medalha de Mérito Científico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Fundador e Presidente da Direção de Estudos Gerais de Alvito – Associação para o Estudo dos Fenómenos de Globalização e Localização
 
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Todo o programa "Arte & Ecologia" > AQUI
 

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