Arte & Ecologia | Arte e Censura · Luiz Camillo Osório

21.02.2019 18:00

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Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto

Arte & Ecologia
Aulas Abertas
Auditório Ilídio Pinho · 18H

 
"La Bête", 2017 · performance de Wagner Schwartz, 35º Panorama da Arte Brasileira - MAM/ DR
 
21 FEV | Arte e Censura 
Luiz Camillo Osório (crítico e curador)
 
"Arte e censura em nossos tempos sombrios”
 
O recrudescimento da censura no meio artístico é um fenómeno generalizado e que acompanha o crescimento da intolerância diante do diferente e da perseguição às minorias. A arte, como de costume, expõe as tensões latentes na sociedade e traz à tona os impasses da democracia contemporânea. A partir desta problemática, esta aula concentrar-se-á no episódio deflagrado pela performance La Bête, do coreógrafo brasileiro Wagner Schwartz, durante a abertura da exposição Panorama da Arte Brasileira em outubro de 2017, no Museu de Arte Moderna de São Paulo. 
 
 
LUIZ CAMILLO OSÓRIO
Professor do Departamento de Filosofia da PUC-Rio, pesquisador do CNPQ e curador do Instituto PIPA. Entre 2009 e 2015, foi Curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 2015, foi o curador do pavilhão brasileiro na Bienal de Veneza. Em 2016 fez a curadoria da exposição “Calder e a arte brasileira”, no Itaú Cultural e em 2017, a curadoria do 35º Panorama da arte brasileira no Museu de Arte Moderna de São Paulo, museu ao qual pertenceu ao conselho de curadoria, entre 2006 e 2008.
 
 
Todo o programa "Arte & Ecologia" > AQUI
 

Lançamento do Livro > "Gonçalo M. Tavares: Ensaios, Aproximações, Entrevista"

21.02.2019 17:00

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Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto

 

Lançamento do Livro:
"Gonçalo M. Tavares: Ensaios, Aproximações, Entrevista"
Madalena Vaz Pinto (org.)
 
Escola das Artes
Sala de Exposições 
21 FEV · 17H
 
No dia 21 de fevereiro será apresentado na Sala de Exposições da Escola das Artes -UCP o livro “Gonçalo M. Tavares: Ensaios, Aproximações, Entrevista”, por Madalena Vaz Pinto.
 
A ideia deste livro surgiu do desejo de dar a conhecer aos leitores de língua portuguesa um conjunto de ensaios críticos que contemplem a multiplicidade de suas criações e funcionem como exercícios de aproximação desta obra singular polifônica. Para isso foram convidados dez ensaístas, cinco brasileiros e cinco portugueses, que puderam se debruçar livremente sobre textos, coleções ou aspectos da obra do autor. O resultado acabou por constituir um amplo painel crítico desta trajetória, oferecendo ao leitor muitas possibilidades de aproximação e contato com a poética tavariana.
 
 
 
 
Gonçalo M. Tavares nasceu em 1970. Desde 2001 publicou livros em diferentes géneros literários e está a ser traduzido em mais de 50 países. Os seus livros receberam vários prémios em Portugal e no estrangeiro. Com Aprender a rezar na Era da Técnica recebeu o Prix du Meuilleur Livre Étranger 2010 (França), prémio atribuído antes a Robert Musil, Orhan Pamuk, John Updike, Philip Roth, Gabriel García Márquez, Salman Rushdie, Elias Canetti, entre outros.
Alguns outros prémios internacionais: Prémio Portugal Telecom 2007 e 2011 (Brasil), Prémio Internazionale Trieste 2008 (Itália), Prémio Belgrado 2009 (Sérvia), Grand Prix Littéraire du Web – Culture 2010 (França), Prix Littéraire Européen 2011 (França). Foi também por diferentes vezes finalista do Prix Médicis e Prix Femina. Uma Viagem à Índia recebeu, entre outros, o Grande Prémio de Romance e Novela APE 2011. Os seus livros deram origem, em diferentes países, a peças de teatro, dança, peças radiofónicas, curtas-metragens e objetos de artes plásticas, dança, vídeos de arte, ópera, performances, projetos de arquitetura, teses académicas, etc.
 
Madalena Vaz Pinto é portuguesa e mora no Rio de Janeiro. Doutora pela Pontifícia Universidade Católica é professora adjunta da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, na Faculdade de Formação de Professores de S. Gonçalo. Suas pesquisas na área da literatura portuguesa concentram-se, principalmente, nos autores modernos e contemporâneos, tendo publicado artigos em livros e revistas especializadas na área. É diretora do Centro de Estudos do Real Gabinete Português de Leitura e editora da revista Convergência Lusíada da mesma instituição. 
 
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Sumário do Livro:
 
Apresentação 
Madalena Vaz Pinto
 
De rotas da Índia. Os Lusíadas no Século XXI ou Dial M. for Murder
Jorge Fernandes da Silveira
 
A mecânica das fendas em O Reino 
Lígia Bernardino
 
Pedalando entre o bem e o mal: Gonçalo M. Tavares
e a poética das bicicletas
Luciana Salles
 
A caixa negra do mundo: apontamentos do Atlas
Luís Mourão
 
Aplicar Barthes: desenvoltura e procedimento em
Gonçalo M. Tavares
Madalena Vaz Pinto
 
Acumular possibilidade é acalmar o MUNDO: ímpeto e uma certa ordem no projeto literário
de Gonçalo M. Tavares .
M. Graça Santos
 
A prática do espanto
Miguel Conde
 
Erotismo e não-sensos: uma leitura de  Um Homem: Klaus Klump 
Nathalia Corrêa Calmon 
 
Matéria e pensamento: a poética investigativa  de Gonçalo M. Tavares 
Paloma Roriz 
 
Quatro notas sobre a técnica n’O Reino de  Gonçalo M. Tavares 
Pedro Eiras 
 
Pedalando contra o céu na era da técnica
Pedro Meneses 
 

Arte & Ecologia | Aula Inaugural · Cinema & Ecologia

13.02.2019 18:00

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13.02.2019 18:00 Arte & Ecologia | Aula Inaugural · Cinema & Ecologia Link: https:///pt/node?page=11&msite=1

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto
Arte & Ecologia
Aulas Abertas
Auditório Ilídio Pinho · 18H
 
Há Terra! (2016)
 
13 FEV | Aula Inaugural · Cinema & Ecologia 
Ana Vaz (artista) 
+
Nuno Crespo (crítico)
 
O programa “Arte & Ecologia” - Aulas Abertas 2019 abre com uma conversa entre a artista e cineasta Ana Vaz e o crítico e diretor da Escola das Artes Nuno Crespo, sob o tema “Cinema e Ecologia”.
Ana Vaz irá apresentar os filmes A Idade da Pedra (2013), Há Terra! (2016) e Occidente (2014) a partir dos quais se debaterá a importância que temas como a ecologia e a história do colonialismo têm na sua obra. 
A conversa indagará a possibilidade de uma prática artística que reflete sobre a forma como a civilização ocidental e a espécie humana se integram numa série ecos(sistemas) políticos, históricos e naturais.
 
 
ANA VAZ
(Brasília, 1986)
Ana Vaz é uma artista e cineasta cujos filmes, instalações e performances constroem relações entre ambientes, territórios e histórias híbridas, ampliando as fronteiras de nossa percepção. A partir da colagem de materiais encontrados ou filmados, os seus filmes combinam etnografia e especulação em explorar as fricções e ficções impressas em ambos os ambientes cultivados e selvagens e os seus múltiplos habitantes.
Os seus filmes foram exibidos internacionalmente em festivais de cinema e instituições como a Tate Modern, o Palais de Tokyo, o New York Film Festival, o TIFF Wavelengths, o Rotterdam Film Festival, o BFI, o CPH:DOX, o Cinéma du Réel, o TABAKALERA, o Courtisane, o Videobrasi, entre outros. Focos específicos no seu trabalho foram desenvolvidos em seminários e instituições como o Flaherty Seminar (EUA), Doc's Kingdom (Portugal), Lux Salon (Reino Unido), Short Circuit Film Festival (Espanha) e Massart Film Society (EUA). O seu trabalho também foi apresentado em exposições individuais e coletivas, como a Moscow Biennial of Young Art (Rússia), Dhaka Art Summit (Bangladesh), Khiasma (França), Rosa Brux (Bélgica) and Temporary Gallery (Alemanha).
Ana Vaz é também membro fundadora do coletivo COYOTE, juntamente com Tristan Bera, Nuno da Luz, Elida Hoëg e Clémence Seurat, um grupo interdisciplinar que trabalha nos campos da ecologia, etnologia e ciência política através de uma série de plataformas transversais.
 
NUNO CRESPO
Nuno Crespo é licenciado e doutorado em filosofia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, investigador do CITAR onde coordena um grupo de investigação sobre arte, critica e política. Director da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa onde ensina estética e teoria da arte. É crítico de arte e membro do conselho editorial do Ípsilon (Jornal Público) e a sua atividade de investigação tem sido dedicada, principalmente, ao cruzamento entre arte, arquitetura e filosofia e às questões da crítica de arte e a autores como Kant, Wittgenstein, Walter Benjamin, Peter Zumthor e Adolf Loos. 
 
Todo o programa "Arte & Ecologia" > AQUI
 

 

 
Apoio à Residência Artística de Ana Vaz
Câmara Municipal do Porto (Programa Inresidenceporto)
 
 
 

Seminário da Pós-graduação em Mercados e Coleções de Arte em Serralves

 

No passado dia 18 de janeiro, a sessão de Seminário da Pós-graduação em
Mercados e Coleções de Arte realizou-se no Museu de Serralves e foi conduzida pelo Dr. Manuel Ferreira da Silva, membro do Conselho de Administração da Fundação de Serralves. 
 
A diretora interina do Museu de Serralves Marta Moreira de Almeira orientou uma visita às exposições, entre as quais se contavam “Anish Kapoor: Obras, Pensamentos, Experiências” e “Joan Miró e a Morte da Pintura”.
 
Com base na experiência de diversos especialistas, a Pós-graduação em Mercados e Coleções de Arte tenciona oferecer uma formação onde se aliem conhecimentos teóricos e práticos, cruzando uma base de conhecimentos de história da arte, com informação aprofundada sobre o mercado da arte e a criação de valores, o colecionismo e uma vertente prática alicerçada na observação de obras de arte do ponto de vista material e das questões relacionadas com a sua conservação.
 
pt
06-02-2019

Convidados AE janeiro > Mestrados em Fotografia e Som e Imagem e da Pós-graduação em Arte Cinemática

 
Convidados janeiro EA: 
Mestrados em Fotografia e Som e Imagem e da Pós-graduação em Arte Cinemática
 
Durante janeiro foram vários os convidados dos cursos da Escola das Artes.
Os realizadores João Salaviza e João Canijo acompanharam o desenvolvimento dos projetos dos alunos do Mestrado em Som e Imagem – Especialização em Cinema Audiovisual. 
 
"Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos", o último filme de João Salviza e de Renée Nader Messora, tem estreia marcada nas salas para 14 de março, depois de ter recebido o Prémio Especial do Júri da secção "Un Certain Regard" do Festival de Cannes. Antes disso, João Salaviza já tinha recebido a Palma de Ouro para curta-metragem com "Arena" (2009) no Festival de Cannes e o Urso de Ouro para curta-metragem com "Rafa" (2012) na Berlinale Shorts. João Canijo é conhecido por filmes como "Sangue do Meu Sangue"(2011), que foi o filme português seleccionado para concorrer ao Óscar de Melhor Filme, ou "Fátima"(2017), que passou na RTP1 em 5 episódios.
 
Em janeiro, os alunos do Mestrado em Fotografia  discutiram os seus projetos com o curador
Sérgio Mah e o fotógrafo Paula Catrica. Em 2011, Sérgio Mah foi o Comissário da Representação Oficial Portuguesa à 54ª Bienal de Veneza e em 2018 voltou a Veneza para a Bienal de Arquitetura, onde partilhou a curadoria da representação oficial portuguesa com o arquiteto Nuno Brandão Costa. Nos últimos anos organizou várias exposições individuais e coletivas, que incluíram artistas como Jeff Wall, Hiroshi Sugimoto, Walid Raad e Michael Snow. Paulo Catrica foi nomeado para o prémio BES Photo em 2005, no contexto do qual expôs no Centro Cultural de Belém em Janeiro/Março de 2006. Tem obras em diversas coleções de arte privadas em Portugal e no estrangeiro.
 
Salomé Lamas é a artista que tem acompanhado as tutorias da Pós-graduação em Arte Cinemática. Autora de filmes como "Eldorado XXI" (2016) ou "Terra de Ninguém"(2012), Salomé Lamas já mostrou o seu trabalho em espaços museológicos como o Museu de Serralves ou a Culturgest Porto.
 
O convite a artistas, realizadores, curadores e investigadores é lançado para oferecer aos alunos da Escola das Artes a oportunidade de desenvolverem os seus projetos em contacto com algumas das figuras mais importantes das áreas em que trabalham. 
 
pt
06-02-2019

Programa Arte & Ecologia · Aulas Abertas da Escola das Artes

 

 
Arte & Ecologia
Aulas Abertas

 
Auditório Ilídio Pinho · 18H
 
A Escola das Artes-UCP apresenta o seu novo programa de Aulas Abertas para 2019
 
O programa deste ano, sob o tema “Arte & Ecologia”, decorrerá às quintas-feiras de fevereiro a final de maio.
As sessões terão diferentes formatos, desde conferências, masterclass, conversas, performances, apresentação de filmes, etc,
em diferentes áreas artísticas: cinema, artes visuais, som ou multimédia.
 
O programa inclui uma série de convidados especiais, entre artistas, cineastas, críticos e curadores, investigadores e outros
especialistas em práticas artísticas. As Aulas Abertas são de entrada gratuita e realizar-se-ão no Auditório Ilídio Pinho, na
Escola das Artes, Universidade Católica Portuguesa.
 
Aulas Abertas 2019
Neste programa de 2019, as Aulas Abertas procuram discutir a forma como a arte tem problematizado as questões
prementes da ecologia e da biodiversidade. Partimos da observação de uma realidade indiscutível: o nosso mundo vive
num momento crítico de ameaça aos ecossistemas. A proposta é, assim, discutir as diferentes modalidades em que práticas,
discursos e pesquisas artísticas refletem uma consciência crítica do modo como o planeta está a ser alterado, destruído e extinto
através da ação civilizacional humana. Para além desta proposta de discussão, estas Aulas Abertas apresentarão ainda artistas
ou cineastas que estarão na Escola das Artes a apresentar os seus mais recentes trabalhos.
 
Programa
 
13 FEV | Aula Inaugural · Cinema & Ecologia | Ana Vaz (artista) + Nuno Crespo (crítico) > + INFO
 
21 FEV | Arte e Censura | Luiz Camillo Osório (crítico e curador) + INFO
 
28 FEV | Migração, Exclusão, Resistência | Carla Filipe (artista) + Margarida Silva (bióloga) + INFO
 
07 MAR | Sobrevivência Ecológica | Nuno da Luz (artista) + INFO
 
14 MAR | Animais e Fantasmas | Sandro Aguilar (cineasta) + INFO
 
21 MAR | Musical Performance | John Rink (músico e musicólogo) + INFO
 
28 MAR | Criação no Digital | Rui Penha (músico e compositor) + INFO
 
04 ABR | Coisa Sónica, Causa Visual | Pedro Tudela (artista) + Miguel von Hafe Pérez (curador) + INFO
 
11 ABR | Dismorfia e Opacidade | Jonathan Uliel Saldanha (artista) + INFO
 
02 MAI | Cinema e Comunidade | Leonor Teles (cineasta) + INFO
 
16 MAI | Paisagem e Povoamento | Jorge Gaspar (geógrafo) + INFO
 
23 MAI | Colonialismo e Sustentabilidade | Susana de Sousa Dias (cineasta) + INFO
 
30 MAI | O Real Surreal | Gabriel Abrantes (cineasta) + INFO
 
 
 

 

 
 
 

 

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31-01-2019

Call for Papers · CITAR Journal: On Cinema - Special Issue

 

The Serenity Of Madness / Apichatpong Weerasethakul
 
 
On Cinema
New perspectives of research
Editors: Nuno Crespo and Daniel Ribas
Associated editor: Carlos Sena Caires
 
Por ocasião do Macau Winter Doctoral Seminar “Research in Contemporary Cinema & Culture”, do qual a Escola das Artes e o CITAR (Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes) são coorganizadores, foi lançado o Call for Papers de uma edição especial do CITAR Journal 
 
Este número, com o título “On Cinema”, pretende ser um fórum de discussão das novas práticas da investigação fílmica. Nas últimas duas décadas, assistiu-se a uma mudança nos modos de experiência e de produção do Cinema, que requerem uma pesquisa de novos vocabulários para aceder ao que está em jogo neste “novo cinema”, assim como de novas metodologias de estudo. 
 
This special issue intends to be a forum for the discussion of new practices of researching film. The past two decades saw a change in Cinema’s forms of experience and production, which require a search for new vocabularies to access what is at stake in this “new cinema” as well as new methodologies for its study.
 
CALL FOR PAPERS / CHAMADA DE TRABALHOS > June 15, 2019 / 15 de junho, 2019
 
WEBSITE > AQUI
 
pt
22-01-2019

Escola das Artes é coorganizadora do Macau Winter Doctoral Seminar

 

 
Entre 21 e 23 de janeiro, decorre o Macau Winter Doctoral Seminar coorganizado pela Escola das Artes e o CITAR (Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes), com o tema “Research in Contemporary Cinema & Culture”.
 
Neste sentido, o Diretor da Escola das Artes, Nuno Crespo, é um dos keynote speakers com uma comunicação com o título “The Fiction-science of Pedro Costa”, em que se propõe a analisar os conceitos de anti-cinema, cinema sem personagens, política sem política e ficção científica na filmografia de Pedro Costa. O professor Daniel Ribas também fará uma apresentação, com o título “Hybrid Films: How Non-Fiction is Changing Contemporary Cinema”, sobre a tendência de hibridização entre os domínios da ficção e não-ficção no cinema contemporâneo.
 
O seminário pretende refletir sobre temas como Métodos de Investigação em Cinema, Análise de Semiótica Fílmica, Cinema Asiático e PósCinema, Finanças e Ficção e Cinema-Ficção/Cinema Híbrido. Esta é uma oportunidade de promover o debate intelectual entre académicos das áreas do Cinema, Estudos dos Media e Estudos Culturais da região de Macau, uma discussão que se desenvolve em torno de metodologias de investigação e tecnologias do cinema e cultura.
 
O seminário decorre na Faculdade de Indústrias Criativas da Universidade de São José, em Macau, e conta ainda com a coorganização do The Lisbon Consortium, da Universidade Católica Portuguesa.
pt
21-01-2019

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