> 27Abr · Fenómenos Entópticos

18/05/2021, 18h30 | AUDITÓRIO ILÍDIO PINHO

FENÓMENOS ENTÓPTICOS - SESSÃO DE CURTAS METRAGENS EXPERIMENTAIS
 

Folha de Sala (brevemente)  | Sinopses 

Programa da sessão
 

1 - WINDOW WATER BABY MOVING de STAN BRACKAGE

2 - GEROSISUTO de SHOZIN FUKUI

3 - AT LAND de MAYA DEREN  

4 - DON'T - DER ÖSTERREICHFILM de MARTIN ARNOLD

5 - FOR MY CRUSHED RIGHT EYE de TOSHIO MATSUMOTO 

6 - TAKE THE 5:10 TO DREAMLAND de BRUCE CONNER

7- COYOLXAUHQUI de COLECTIVO LOS INGRÁVIDOS

8- THUNDER de TAKASHI ITO

9- FUSES de CAROLEE SCHNEEMANN

10- DREAM WORK de PETER TSCHERKASSKY

 


 

Folha de sala (brevemente)

 


 

Sinopses

 

1- WINDOW WATER BABY MOVING de STAN BRACKAGE

Estados Unidos, 1958, 13’

Neste documentário íntimo, Stan Brakhage mostra-nos na primeira pessoa o nascer da sua primeira filha, Myrrena.

 

2- GEROSISUTO de SHOZIN FUKUI

Japão, 1986, 11’

Claramente inspirado na performance de Isabelle Adjani no clássico Possession de Andrzej Żuławski, seguimos uma jovem japonesa que talvez possa estar possuída.

 

3- AT LAND de MAYA DEREN 

Estados Unidos, 1944, 15’

Através de uma narrativa surreal, Maya Deren interpreta uma mulher que embarca numa estranha jornada onde encontra outras pessoas e versões dela própria, refletindo assim sobre a dificuldade de manter a identidade pessoal.

 

4-DON'T - DER ÖSTERREICHFILM de MARTIN ARNOLD

Aústria, 1996, 4’

Martin Arnold utiliza found footage de vários filmes austríacos para criar um filme de quase terror, subvertendo assim o material primário do seu filme.

 

5- FOR MY CRUSHED RIGHT EYE de TOSHIO MATSUMOTO

 

Japão, 1968, 12’

Duas séries de imagens são projetadas lado a lado mostrando caoticamente o Japão nos anos 60, manifestações de estudantes, anúncios e pop culture.

 

6- TAKE THE 5:10 TO DREAMLAND de BRUCE CONNER

Estados-Unidos, 1976, 6’

Neste filme, Bruce Conner utiliza found footage dos anos 40 e 50 para criar uma homenagem ao cinema surreal e a realizadores como Maya Deren, Kenneth Anger e Sidney Peterson.

 

7-COYOLXAUHQUI de COLECTIVO LOS INGRÁVIDOS

México, 2017, 10’

Poema visual sobre a natureza cíclica dos mitos e rituais tradicionais. Este filme faz parte de uma trilogia que se propõe como um ato de resistência política, explorando a conexão dos atuais feminicídios mexicanos com formações culturais mais amplas.

 

8- THUNDER de TAKASHI ITO

Japão, 1982, 15’

Neste filme, Takashi Ito utiliza sequenciamento fotográfico para perverter as noções convencionais de perceção espacial partindo de imagens quase espectrais de uma mulher a descobrir a cara com as mãos.

 

9- FUSES de CAROLEE SCHNEEMANN

Estados-Unidos, 1969, 22’

Neste filme Carolee Schneemann subverte as convenções da pornografia para criar um filme erótico com um olhar quase caleidoscópico onde deixamos de objetificar os corpos dos atores.

 

10- DREAM WORK de PETER TSCHERKASSKY

Aústria, 2001, 10’

Dream Work, em CinemaScope e em preto e branco, tem a mesma duração que um período de sono profundo. No momento em que a mulher entra num prédio, tira os sapatos e depois a roupa interior (com um enquadramento lascivo), ela torna-se inevitavelmente sujeito e objeto.