Luisa Cunha · O Som pode ser um objeto

20.05.2021 18:30

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20.05.2021 18:30 Luisa Cunha · O Som pode ser um objeto Link: https:///pt/central-eventos/luisa-cunha-som-pode-ser-um-objeto

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Aulas abertas 2021 · Arte / Pensamento / Som
Luisa Cunha · O Som pode ser um objeto
20 MAI · 18H30

Moderador · Laura Castro
Esta sessão será falada em Português
 
Há determinados sons que nossa mão se abre para os agarrar. Cabem dentro da nossa mão. Uns têm já uma forma acabada, outros ainda têm de ser acabados.
 

A sessão será transmitida no dia 20 de maio às 18h30 nesta página.
 
The session will be broadcasted live in this page on May 20th at 6:30 pm.

BIO

Luisa Cunha nasceu em Lisboa em 1949. Curso Avançado de Escultura no Ar.Co – Escola de Artes Visuais, Lisboa. Expõe desde 1993. Tem desenvolvido a sua criatividade utilizando como suportes o som, a fotografia, o vídeo, o desenho, a escultura, servindo-se insistentemente da palavra, sob as mais diferentes perspectivas. As suas exposições individuais incluem entre outras, Beautiful, espaço Las Palmas, Lisboa, 2019; Coisas voluntariamente involuntárias, Galeria Miguel Beyond the Line, performance, Arte Ilimitada, Lisboa, 2017; Magnetic needle - uma performance (comissária: Susana Pomba), OLD SCHOOL, 2015; A bit of matter and a little bit more, Galeria Miguel Nabinho, Lisboa, 2015; Ongoing landscapes, Galeria Miguel Nabinho, Lisboa, 2013; Luisa Cunha, exposição antológica, Fundação de Serralves, 2007; Words for Gardens, Chiado 8, 2006. Das várias exposições colectivas destacam-se Bienal de São paulo (comissário: Jacopo Crivelli Visconti), Brasil, 2021; Vento, Bienal de São Paulo, Brasil, 2020; A Escola da Libertinagem (comissário: Alexandre Melo), Galeria Francisco Fino, Lisboa, 2021; The Invisible Show (comissário: Delfim Sardo), Culturgest, Lisboa, 2020; 9KG de Oxigénio (curadoria: Uma certa Falta de Coerência), Galeria Municipal, Porto, 2019; O material não aguenta, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa, 2018; Grito (The Cry), MUSAC, León, Spain, 2011; I’m Not Here. An Exhibition Without Francis Alÿs, De Appel Arts Centre, Amesterdão, 2010; IV Bienal de Jafre, Spain, 2009; Oh!, Galeria Miguel Nabinho, Lisboa, 2008; Stream, Whitebox, New York, 2007; Partitura, Casa da Música, Porto, 2007; The Invisible Show, exposição itinerante por: Center for Contemporary Art, Tel Aviv, Israel, 2007; Centro José Guerrero, 2007 e MARCO – Museo de Arte Contemporánea, Vigo, 2006; Sydney Biennial, Austrália 2004; Jornadas de arte contemporânea, Palácio do Freixo, Porto, 1996; Peninsulares, Galeria de Antoni Estrany, Barcelona, 1995. A artista é representada pela galeria Miguel Nabinho, Lisboa. Está representada em várias coleções. Ministério da Cultura; Caixa Geral de Depósitos; Fundação de Serralves; Fundação PLMJ; Museu das Comunicações; Fundação Calouste Gulbenkian; Ar.Co – Escola de Artes Visuais; Coleção Figueiredo Ribeiro; Fundação EDP; Coleção António Cachola; FLAD - Fundação Americana para o Desenvolvimento e coleções privadas.

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Open programme 2021 · Art / Thought / Sound
Luisa Cunha · A Sound can be an object
20 MAY · 18H30

Moderator · Laura Castro

This session will be in portuguese
 
There are some sounds that our hand opens to grab. They fit inside our hand. Some have already a determinate shape, others have yet to be finished. 

BIO

Luisa Cunha was born in Lisbon in 1949. She finished the Advanced Course in Sculpture at Ar.Co – School of Visual Arts, Lisbon. Exhibits since 1993. She has developed her creativity using media such as sound, photography, video, drawing, sculpture, insisting to making use of the word, under the most different perspectives. Her individual exhibitions include, among others, Beautiful, Las Palmas space, Lisbon. 2019; Coisas voluntariamente involuntárias, Galeria Miguel Beyond the Line, performance, Arte Ilimitada, Lisboa, 2017; Magnetic needle - uma performance (comissária: Susana Pomba), OLD SCHOOL, 2015; A bit of matter and a little bit more, Galeria Miguel Nabinho, Lisboa, 2015; Ongoing landscapes, Galeria Miguel Nabinho, Lisboa, 2013; Luisa Cunha, exposição antológica, Fundação de Serralves, 2007; Words for Gardens, Chiado 8, 2006. In her exhibition history the highlights are the São Paulo Bienial (curator: Jacopo Crivelli Visconti), Brasil, 2021; Vento, Bienal de São Paulo, Brasil, 2020; A Escola da Libertinagem (curator: Alexandre Melo), Galeria Francisco Fino, Lisboa, 2021; The Invisible Show (curator: Delfim Sardo), Culturgest, Lisboa, 2020; 9KG de Oxigénio (curator: Uma certa Falta de Coerência), Galeria Municipal, Porto, 2019; O material não aguenta, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa, 2018; Grito (The Cry), MUSAC, León, Spain, 2011; I’m Not Here. An Exhibition Without Francis Alÿs, De Appel Arts Centre, Amesterdão, 2010; IV Bienal de Jafre, Spain, 2009; Oh!, Galeria Miguel Nabinho, Lisboa, 2008; Stream, Whitebox, New York, 2007; Partitura, Casa da Música, Porto, 2007; The Invisible Show, itinerant exhibition: Center for Contemporary Art, Tel Aviv, Israel, 2007; Centro José Guerrero, 2007 and MARCO – Museo de Arte Contemporánea, Vigo, 2006; Sydney Biennial, Austrália 2004; Jornadas de arte contemporânea, Palácio do Freixo, Porto, 1996; Peninsulares, Galeria de Antoni Estrany, Barcelona, 1995. The artist is represent by the gallery Miguel Nabinho, Lisbon. Her works are part of several collections: Ministério da Cultura; Caixa Geral de Depósitos; Fundação de Serralves; Fundação PLMJ; Museu das Comunicações; Fundação Calouste Gulbenkian; Ar.Co – Escola de Artes Visuais; Coleção Figueiredo Ribeiro; Fundação EDP; Coleção António Cachola; FLAD - Fundação Americana para o Desenvolvimento and private collections.
 
 
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