Conversa entre Pedro Mexia e Rui Chafes: "Forma e Transcendência"

19.05.2021 18:00

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Universidade Católica Portuguesa - Porto

 

Forma e Transcendência
Conversa entre Pedro Mexia e Rui Chafes
19 MAI · 18H · Auditório Ilídio Pinho

Matéria, forma, palavra e poesia. Uma conversa aberta entre o poeta, cronista e crítico literário Pedro Mexia e o escultor Rui Chafes, a propósito da exposição Studentato – uma parceria entre Fundação de Serralves, a Federação Académica do Porto e a Universidade Católica Portuguesa.

 

 

 

Acesso reservado de acordo com as instruções da Direção-Geral de Saúde às instituições de Ensino Superior. Para mais informação pf contacta: artes@porto.ucp.pt.


Pedro Mexia nasceu em Lisboa, em 1972. Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica. Escreveu crítica literária e crónicas para os jornais Diário de Notícias e Público, sendo atualmente colaborador do semanário Expresso. É um dos membros do Governo Sombra (TSF / TVI24). Foi subdiretor e diretor interino da Cinemateca Portuguesa. Publicou seis livros de poesia, antologiados em Menos por Menos (2011), a que se seguiu Uma Vez Que Tudo se Perdeu (2015) e a seleção pessoal de Poemas Escolhidos (2018). Editou os volumes de diários Fora do Mundo (2004), Prova de Vida (2007), Estado Civil (2009), Lei Seca (2014) e Malparado (2017), e as coletâneas de crónicas Primeira Pessoa (2006), Nada de Melancolia (2008), As Vidas dos Outros (2010), O Mundo dos Vivos (2012), Cinemateca (2013), Biblioteca (2015) e Lá Fora (2018, Grande Prémio de Crónica APE). No Brasil, saíram Queria mais é que chovesse (crónicas, 2015) e Contratempo (poesia, 2016). Organizou um volume de ensaios de Agustina Bessa-Luís, Contemplação Carinhosa da Angústia; a antologia Verbo: Deus como Interrogação na Poesia Portuguesa [com José Tolentino Mendonça]; O Homem Fatal, crónicas escolhidas de Nelson Rodrigues; e Nada Tem já Encanto, antologia poética de Rui Knopfli. Traduziu Robert Bresson, Tom Stoppard, Hugo Williams e Martin Crimp. Coordena a coleção de poesia da Tinta-da-china. Em 2015 e 2016 integrou o júri do Prémio Camões.

 

Rui Chafes nasceu em Lisboa, em 1966. Formou-se em Escultura na ESBAL, em 1989, seguindo depois para Dusseldórfia, onde frequentou a Kunstakademie, sob a direção do artista alemão Gerhard Merz. Expôs pela primeira vez individualmente em Lisboa (1986) numa exposição intitulada Pássaro Ofendido. Sonho e Morte, Centro Cultural de Belém, Lisboa (1993). Würzburg Bolton Landing (CAM/FCG), Lisboa (1995) e Durante o Fim, Sintra Museu de Arte Moderna, Palácio Nacional da Pena, Sintra (2000), são algumas das suas exposições mais importantes. Publicou vários livros (Würzburg Bolton Landing, Durante o Fim, O Silêncio de…), escolheu e traduziu Fragmentos de Novalis. Vencedor do Prémio Pessoa 2015.


Esta sessão integra o ciclo

Palavra, Ferro e Fogo
A Partir da Obra de Rui Chafes

30 ABR, 19 MAI e 14 JUN · 18H
Auditório Ilídio Pinho

No contexto da exposição Studentato – uma parceria entre Fundação de Serralves, a Federação Académica do Porto e a Universidade Católica Portuguesa –, presente no campus UCP com a escultura de Rui Chafes, Secreta Soberania (Até que chegue o nosso doce reencontro) e Secreta Soberania (Quando te vejo o mundo à nossa volta deixa, por momentos, de existir)., a Escola das Artes apresenta um programa paralelo a partir da obra de Rui Chafes.

 

Programa:
30 ABR · 18H · 
Apresentação do filme Durante o Fim (2014) de João Trabulo, seguida de uma conversa entre Rui Chafes, a curadora Joana Valsassina e Nuno Crespo
19 MAI · 18H · Apresentação de Pedro Mexia
14 JUN · 18H · Apresentação de Rosa Maria Martelo
 

 


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