Técnicas de Desconfinamento · Ciclo de Cinema e Videoarte · Sessão #4

01.07.2020 17:00

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01.07.2020 17:00 Técnicas de Desconfinamento · Ciclo de Cinema e Videoarte · Sessão #4 Link: http:///pt/central-eventos/tecnicas-desconfinamento-ciclo-cinema-e-videoarte-sessao-4

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Universidade Católica Portuguesa - Porto
 
Técnicas de Desconfinamento
Ciclo de Cinema e Videoarte
Sessão #4 · 1 JUL · 17H · Facebook EA
 
Água Forte (2018) · Mónica Baptista · 15 min
 
O Ciclo de Cinema e Videoarte termina com o filme Água Forte (2018) de Mónica Baptista
 
A sessão esteve disponível durante 24H e está agora disponível na íntegra abaixo.
 

 

 

Sinopse

Uma composição sensorial e imersiva, esta é uma viagem a um local que parece parado no tempo, mas que permanece intemporal. Uma voz feminina lê um texto mitológico sobre a origem do mundo e dá o mote para um documentário-meditação sobre a presença dos elementos primitivos, como a água e a flora, e a coabitação com os nativos cujos retratos pontuam o filme. A câmara furtiva segue um barco a deslizar pelas águas calmas de um rio, como se este fosse como os anéis que revelam a história de uma árvore, num movimento que embala e nos conduz ao interior, físico e metafísico. Por fim, ao som de um cântico ancestral, a tela dá lugar a uma sequência de imagens, que surgem elas próprias como um rio que reduz o campo de ação ao essencial, desloca-se para um território poético e convoca a imaginação de cada um. Filmado em 16mm e revelado à mão, este é um filme artesanal que marca o regresso de Mónica Baptista ao Curtas Vila do Conde, depois de ter exibido outros filmes, como “Diário”, em 2011, e “Territórios”, em 2009. (João Araújo)
 

Mónica Baptista (1984), vive e trabalha no Porto.
Formada em Artes Plásticas-Pintura pela faculdade de Belas-Artes do Porto. Desenvolve trabalho na área da fotografia, vídeo, cinema documental e experimental.
Pitões das Júnias (Trás-os-Montes) tem sido um lugar gestacional para o desenvolvimento do seu trabalho, assim como contextos cíclicos de viagem e a frequência de residências artísticas das quais se destacam, ZDB - Lisboa, Location One - Nova Iorque, Crater Lab - Barcelona, Atelier 105 - Light Cone - Paris e LEC - na Cidade do México.
O seu trabalho tem sido exibido em Portugal e internacionalmente, em galerias e festivais de cinema. Colaborou em performances de cinema expandido com os músicos Robert Aiki Lowe, Pedro Burmester e João Pais Filipe.
Da sua filmografia fazem parte Água Forte (2018), Cem Raios t’Abram (co-realização, 2015), Teares (2014), Diário (2010) prémio BES Revelação - exibido no Museu de Serralves e o documentário Territórios (2009) estreado na Semana da Crítica (Festival de Cannes) e vencedor do prémio de Melhor Realização no festival Visions du Réel (Suíça).
É co-fundadora da cooperativa cultural Laia, projecto orientado para a produção e investigação na área do cinema experimental.