Livro “Caos e Ritmo” + Exposição “Sombra Luminosa” | 11 outubro

11.10.2018 17:00 — 11.10.2018 21:00
Bar das Artes | Campus Foz

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11.10.2018 17:00 11.10.2018 21:00 Livro “Caos e Ritmo” + Exposição “Sombra Luminosa” | 11 outubro Link: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/livro-caos-e-ritmo-exposicao-sombra-luminosa-11-outubro

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No início do programa de exposições da Escola das Artes deste ano letivo, apresentamos um lançamento do novo livro do filósofo José Gil, que estará presente para uma conversa com Nuno Crespo e Nuno Faria. Depois da conversa, será inaugurada a exposição da Mariana Caló e Francisco Queimadela.

 

18h
Lançamento do livro “Caos e Ritmo”, de José Gil
+ conversa com: José Gil, Nuno Crespo e Nuno Faria

Local: Bar das Artes

Organização: Escola das Artes - Universidade Católica Portuguesa
Parceria: Relógio D’Água Editores

 

19h30
Inauguração da Exposição “Sombra Luminosa”, de Mariana Caló e Francisco Queimadela [+info]
Curadoria: Nuno Faria
Sala de Exposições – Escola das Artes
Organização: Escola das Artes - Universidade Católica Portuguesa
Parceria: CIAJG/ A Oficina, CIPRL

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Sobre o Livro Caos e Ritmo

O que é pensar? O que é agir? O que é pensar e agir para criar? Não basta evocar o “destino” ou o “inconsciente” para designar os factores que intervêm, é necessário descrever os mecanismos exactos e as forças que os movem. No tratamento psicanalítico de uma criança, no comportamento homicida de Macbeth, na criatividade “delirante” de Artaud, interferem forças poderosas que se afastam da racionalidade lógica e pragmática habitual. 

O que é o caos e o que é o ritmo? De Hesíodo a Paul Klee e à teoria física do caos, de Platão a Olivier Messiaen, colhem-se ideias que ajudam a compreender como as forças do caos podem passar para o outro lado, ritmando a ordem — ou podem falhar, fracassar e vir a destruir perversamente. O que se joga na construção do “eu” ilustra bem essa alternativa. Forças de vida ou de morte, que voltam para o caos. E hoje mesmo, perante a possibilidade real de uma catástrofe planetária, não é o caos destrutivo que nos ameaça?

Caos e Ritmo procura pensar o que nos acontece, ao nível mais concreto do inconsciente, do sensível e do corpo, bem como ao nível mais abstracto do pensamento e da visão. É um livro sobre a criação, sobre os seus poderes e os seus impasses.

(O livro Caos e Ritmo é editado pela Relógio D'Água)

 

Biografia dos participantes
José Gil nasceu em Moçambique e doutorou-se em Filosofia na Universidade de Paris (1982), com um estudo sobre «O Corpo como Campo de Poder», sob orientação de François Châtelet. Colabora com revistas portuguesas e estrangeiras de várias áreas e é autor de algumas entradas na enciclopédia Einaudi. Foi Directeur de Programme do Collège International de Philosophie de Paris. Algumas das suas obras estão publicadas no Brasil e traduzidas em Espanha, França, Itália e nos EUA.

Nuno Crespo é licenciado e doutorado em filosofia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, investigador do CITAR onde coordena um grupo de investigação sobre arte, critica e política. Director da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa onde ensina estética e teoria da arte. É crítico de arte e membro do conselho editorial do Ípsilon (Jornal Público) e a sua atividade de investigação tem sido dedicada, principalmente, ao cruzamento entre arte, arquitetura e filosofia e às questões da crítica de arte e a autores como Kant, Wittgenstein, Walter Benjamin, Peter Zumthor e Adolf Loos. 

Nuno Faria (Lisboa, 1971) é formado em História da Arte pela Universidade Livre de Bruxelas, com título de especialista atribuído pelo Instituto Politécnico de Tomar. Tem uma experiência de mais de 20 anos na sua atividade como curador, tendo trabalhado com artistas de várias gerações, portugueses e estrangeiros, em contexto institucional – Fundação Calouste Gulbenkian e Centro Internacional das Artes José de Guimarães – e independente, em contextos centrais e periféricos, em Portugal e no estrangeiro. Atualmente é o diretor artístico do Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG).