Arte & Ecologia · Paisagem e Povoamento · Jorge Gaspar

16.05.2019 18:00

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16.05.2019 18:00 Arte & Ecologia · Paisagem e Povoamento · Jorge Gaspar Link: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/arte-ecologia-paisagem-e-povoamento-jorge-gaspar

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Universidade Católica Portuguesa - Porto
Arte & Ecologia
Aulas Abertas
Auditório Ilídio Pinho · 18H
 
 
António Carvalho da Silva Porto, Paisagem tirada da Charneca de Belas ao pôr-do-sol (C. 1879), Óleo s/ tela
© Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Direção-Geral do Património Cultural / Arquivo de Documentação Fotográfica (DGPC/ADF)
 
16 MAI | Paisagem e Povoamento – Regresso à Charneca
Jorge Gaspar (geógrafo)
 
Aceitando que a paisagem é a apreensão sensível da ocupação do território e que esta resulta do povoamento – permanente/continuado ou esporádico/itinerante, importa começar por saber quais as forças determinantes do povoamento, da movimentação dos povoadores, dos construtores de paisagens.
 
Carlos de Oliveira é o guia excelente para abertura deste tema – Paisagem e Povoamento, subtítulo do seu romance Finisterra
 
Procuro sintetizar/peneirar este texto denso que é o da Finisterra, mas não é possível: o texto foi limpo até aos limites, já não tem nada mais que chão, terra, paisagem, em lentas e contínuas transformações: povoamento e despovoamento. Como muitas pessoas, que chegam, fazem e se vão, para voltarem a retomar o percurso da paisagem e do povoamento. (JG,2019)
 
A Gândara é o território matricial de Carlos de Oliveira, de onde parte e onde regressa, no romance e na poesia. Gândara é um tipo de paisagem geográfica, frequente no espaço do Noroeste Peninsular, e que para Sul toma a designação de charneca. É uma das formações vegetais mais comum a toda a Europa, também das mais resilientes, com raízes que atravessam o Quaternário, fazendo parte do património cultural europeu. 
 
Nesta apresentação pretendo apresentar situações que ilustram essa comunalidade, da Lapónia sueca ao Alentejo, nas artes e nas letras, na gestão e no ordenamento do território. 
 
Jorge Gaspar
6/5/2019
 
 
JORGE GASPAR
Jorge Gaspar (Lisboa, 1942), Geógrafo, Professor Catedrático Emérito, da Universidade de Lisboa, Investigador do Centro de Estudos Geográficos. 2º e 1º Assistente da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, Professor Catedrático Convidado do Instituto Superior Técnico e das Universidades de Umeå e de Paris X. Doutorado pela Universidade Lisboa (1972), pós-graduado (Fil.Lic. 1967) pela Universidade Lund, Suécia, licenciado pela Universidade de Lisboa (1965). Coordenou investigações e projetos aplicados em Geografia, Planeamento e Urbanismo (EU, ESF, VW STIFTUNG, FCG, INIC/JNICT/FCT).Colaborou nalguns grandes estudos e projetos de desenvolvimento regional e urbano do último meio século em Portugal: Sines (Comissão de Planeamento da Região de Lisboa e Gabinete da Área de Sines), Projeto de Administração Regional (MAI 1975-1976), EP OID Península de Setúbal, Estudos preparatórios QCA I e II; coordenador da equipa que elaborou a proposta técnica do Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território – PNPOT (2007). Publicou uma vintena de livros e mais de duas centenas e meia de artigos e opúsculos (recentes - 2018: “10 Entradas Geográficas para uma Visão dos Futuros de Lisboa”/”10 Geographical Entries for a Vision of Lisbon’s Futures” in Futuros de Lisboa/Futures of Lisbon , Lisboa, pp. 112-123. 2017: “¿Qué geografías para el siglo XXI?” in Martha Chávez Torres (Ed.) Generación de Conocimiento Geográfico Interdisciplinario y su Aplicación en la Búsqueda de Compromiso, El Colegio de Michoacán, Zamora – Michoacán, pp. 24-39.2016: “Futuro, cidades e território” in Finisterra, LI, 101, pp. 5-24; 2014: E-Coesão (com Sérgio Barroso), Estudos Cultura 2020, nº 9, para Secretário de Estado da Cultura/Gabinete de Estratégia.Sócio fundador da APG, da APDR, da APCP, da APU. Sócio efetivo, Vice Presidente e Presidente da classe de Letras da Academia das Ciências de Lisboa, membro da Academia Europaea e Doutor HC pelas Universidades de León, Genève e Évora. Prémio Universidade de Lisboa, Prémio Internacional Geocrítica. Em 1986 fundou o CEDRU – Centro de Estudos e desenvolvimento regional e urbano Lda, onde continua a colaborar. Medalha de Honra, ouro, do Município de Alvito. Medalha de Mérito Científico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Fundador e Presidente da Direção de Estudos Gerais de Alvito – Associação para o Estudo dos Fenómenos de Globalização e Localização
 
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