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Apresentação

 

Uma Escola sem fronteiras disciplinares

 

Com 20 anos de existência a Escola das Artes posiciona-se como pioneira no ensino artístico, tendo assumido uma matriz interdisciplinar que explora a intersecção entre a arte, a ciência e a tecnologia e afirma a convicção de que os diferentes domínios do conhecimento e da criação se cruzam para gerar novos campos de estudo e redescobrir formas de atuação em sociedade.

 

Nas duas décadas da sua atividade, as tecnologias digitais alteraram profundamente o panorama da cultura. Atenta a estas mudanças, a Escola das Artes promoveu a sua presença nas diferentes dimensões do fenómeno artístico – criação, estudo, divulgação e preservação – e produziu a correspondente reflexão crítica. 

 

O corpo docente, que exprime o clima interdisciplinar da Escola, é uma das peças chave deste posicionamento, sendo oriundo de áreas tão diversificadas como as Artes (Arquitetura, Artes Plásticas; Desenho, Pintura, Cinema, Design, Música), as Ciências da Comunicação, a Ciência e Tecnologia das Artes (Informática Musical, Arte Interativa), a História da Arte, o Património, a Conservação e Restauro, os Estudos de Cultura, a Literatura, a Engenharia (Eletrotécnica, Informática) ou a Química e a Física.

 

Uma Escola sem fronteiras temporais 

 

Som e Imagem e Conservação e Restauro de Arte e Património constituem as duas áreas estruturantes da Escola das Artes.

Som e Imagem é, pela sua natureza, um domínio vocacionado para os modos e os contextos que marcarão, no futuro, a intervenção e a mediação artísticas, e para pesquisar os seus impactos noutras áreas de atividade.

Conservação e Restauro, articulada com os estudos de património, aborda o presente e o passado da produção artística e aplica a ciência e a tecnologia à sua preservação, orientando-se para o mesmo futuro, desafiante e mobilizador.

 

Uma Escola sem fronteiras entre pensamento e ação

 

A Escola das Artes articula a sua atividade em três eixos interdependentes: 

 

1. ENSINO de base tecnológica e científica, fundado na reflexão teórica, no sentido crítico e no conhecimento histórico, inerentes a uma formação humanista.

 

2. INVESTIGAÇÃO desenvolvida através do CITAR (Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes) que organiza regularmente iniciativas de carácter científico e artístico que pontuam o calendário nacional e internacional.

 

3. PRODUÇÃO E SERVIÇOS CIENTÍFICOS E CULTURAIS que promovem a articulação dinâmica com o tecido social e cultural através de dois núcleos de referência, o Centro de Conservação e Restauro e o Centro de Criatividade Digital.

 

Numa diversidade de espaços que contemplam laboratórios, estúdios e oficinas, bem como no meio extra-académico, os estudantes da Escola das Artes beneficiam de uma oportunidade de formação única que marcará o seu desenvolvimento pessoal e o seu futuro profissional.

 

Um enorme leque de oportunidades de aplicação prática abre-se, hoje, aos detentores de formação em arte, inclusivamente em contextos profissionais não artísticos que têm vindo a valorizar os modos de pensar e de agir que a aprendizagem e a experiência artísticas proporcionam.

 

Laura Castro, Diretora da Escola das Artes

 

Descarregar Plano Estratégico da Escola da Artes 2017-19 (PDF)

 

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