Nuno da Luz - Artista Residente na Escola das Artes 2018/19

 

Durante o ano letivo 2018/2019, Nuno da Luz será o primeiro Artista Residente da Escola das Artes. O criador estará envolvido com projetos de alunos, e terá uma estadia intensiva no final do semestre que culminará com uma exposição, na Sala de Exposições da Escola das Artes, que abrirá durante o mês de fevereiro.

Nuno da Luz é um artista e publicador cujo trabalho circunscreve tanto o auditivo como o visual, na forma de eventos sonoros, instalações e material impresso; estes últimos distribuídos na sua maioria pela publicadora ATLAS Projectos e pela editora discográfica Palmario Recordings. Em 2015, terminou o programa de mestrado Experimentação em Arte e Política SPEAP, criado pelo filósofo Bruno Latour em Sciences Po, Paris, e fundou o colectivo pluridisciplinar COYOTE, que investiga novas formas de comum-ificação (criar comunidade) via publicações, filmes, conferências e outros formatos experimentais.
 
Projectos mais recentes incluem as performances ao vivo com Ressonância Assistida (em Madrid, Ficarra, Paris, Porto, Nova Iorque e Berlim); assim como as exposições individuais RWSNK ECHOS, Kunstraum BOTSCHAFT (Berlim, 2017), Sud e magia, Syntax (Lisboa, 2016), Song Cycle, Solar (Vila do Conde, 2015) e Wilderness, Galeria Vera Cortês (Lisboa, 2015). Em colaboração com a cineasta Ana Vaz, tem vindo a desenvolver a série de episódios rádio The Voyage Out: 2222 ∞ 2022, uma exploração sónica do próximo filme da cineasta, enquanto transmissão radiofónica, com episódios nas rádios online R22 Tout-Monde, NTS e jeu de paume espace virtuel. Em paralelo, tem vindo a desenvolver parcerias com outros artistas participando como sonoplasta nos filmes de Filipa César: Cacheu (2012), Conakry, Cuba (ambos, 2013), e Mined Soil (2014); de Pedro Neves Marques: Semente Exterminadora (2017); e de Ana Vaz, Olhe bem as montanhas (2018) e The Voyage Out (em produção).
 
Nuno da Luz, Artista em Residência, tem o apoio do programa InResidence da Câmara Municipal do Porto.