Mestrado em Cinema

PrintPrint
Corpo Docente: 

Artistas Convidados 2018/19

Artistas Convidados da Escola das Artes 2019/20

Carlos Ruiz
Realizador espanhol com diversos filmes documentais e uma longa-metragem de ficção, em que procura refletir sobre a vida contemporânea e as suas contradições. Recebeu diversos prémios como realizador e produtor. O seu último trabalho, CRU, teve a sua estreia no Dok Leipzig, em 2017. É Doutorado em Ciências e Tecnologia das Artes, com especialização em Cinema e Audiovisual (documentário), pela Universidade Católica Portuguesa. Foi professor no South Thames College, Goldsmith College, South Barbican University, Kingsway College e no City and Islington College em Londres entre 1992-2000. É professor auxiliar da Escola das Artes e investigador do CITAR. Tem publicado diversos artigos na área do documentário.

Daniel Ribas
Daniel Ribas (Porto, 1978) é investigador, programador e crítico de cinema. Professor auxiliar Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, é membro da direção do CITAR – Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes e editor do CITAR Journal. É, ainda, programador do Porto/Post/Doc: Film & Media Festival – do qual foi Diretor Artístico entre 2016 e 2018 – e do Curtas Vila do Conde. Doutor em Estudos Culturais pelas Universidades de Aveiro e do Minho, escreveu diversos artigos e capítulos de livros sobre cinema português, cinema contemporâneo e documentário.

Diogo Costa Amarante
Diogo Costa Amarante formou-se em Direito antes de fazer a sua estreia com o documentário Jumate, exibido em inúmeros festivais internacionais e ganhou vários prémios. Em 2009, participou no Talent Campus da Berlinale. O seu filme As Rosas Brancas foi exibido no programa Berlinale Shorts em 2014. Graduado em cinema na Tisch School of the Arts em Nova York. Ganhou o Urso de Ouro de melhor curta-metragem com Cidade Pequena, na Berlinale 2017.

Filipa César
Filipa César é uma artista e realizadora residente em Berlim. Estudou na Universidade do Porto e de Lisboa, na Academy of Arts em Munique e na University of Arts em Berlim. Interessa-se pelos aspetos ficcionais do documentário, pelas fronteiras ténues entre o cinema e a sua receção, e pela política e poética inerentes à imagem em movimento. O seu trabalho inclui instalações artísticas como “F for Fake” (2005), “Rapport” (2007), “Le Passeur” (2008), “The Four Chambered Heart” (2009) ou “Menograma” (2010), exibidas um pouco por todo o mundo. A sua filmografia inclui filmes como “Mined Soil” (2015), “Spell Reel” (2017) ou “Sunstone” (2017), exibidos em festivais de cinema nacionais e internacionais.

Guilherme Blanc
Licenciado em Direito pela Universidade do Porto e Mestre (MA) em Cultural Policy and Management pela City University London. Entre 2010 e 2014 lecionou em diferentes cursos de licenciatura e de ensino pós-graduado no âmbito da Política e Gestão Cultural e trabalhou como curador independente em inúmeros projetos, tendo colaborado com instituições como o Institute for Contemporary Arts (ICA), o Institut français, a Whitechapel Gallery e o Barbican Center, na exibição de cinema e filmes de artistas portugueses. Em 2012, integrou a equipa de “Fundraising” do Barbican Center e no ano seguinte foi convidado para a posição de Adjunto do Vereador Paulo Cunha e Silva na Câmara Municipal do Porto. Atualmente é Adjunto do Presidente da Câmara Municipal do Porto para a área da Cultura.

João Canijo
(Porto, 1957)
João Canijo é conhecido por filmes como "Sangue do Meu Sangue"(2011), que foi o filme português seleccionado para concorrer ao Óscar de Melhor Filme, ou "Fátima"(2017), que passou na RTP1 em 5 episódios.
Frequentou o curso de História da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e, no início dos anos 80, descobriu a sua paixão pelo cinema tendo começado a trabalhar como assistente de realização em filmes como Der Stand der Dinge (O Estado das Coisas, 1982), de Wim Wenders; Fim de Estação (1982), de Jaime Silva; e O Desejado (1987), de Paulo Rocha, entre outros.
Em 1983, estreou-se como realizador com a curta-metragem A Meio-Amor. Cinco anos depois, realizou a sua primeira longa-metragem intitulada Três Menos Eu, cujo argumento foi também da sua responsabilidade, onde atuavam Rita Blanco e Isabel de Castro. Trabalhou depois para televisão, realizando a série Alentejo Sem Lei para a RTP.
Voltou a trabalhar com Rita Blanco no seu filme seguinte, o thriller Filha da Mãe (1991), com argumento escrito a meias com Olivier Assayas. Seguiu-se no cinema o thriller Sapatos Pretos (1998), uma coprodução com a França com Ana Bustorff e Vítor Norte nos principais papéis, que conta a história baseada num caso verídico de uma mulher de Sines que contratou um assassino para matar o marido. O filme obteve bastante aclamação da crítica. Em 2001, realizou Ganhar a Vida, um drama trágico protagonizado por Rita Blanco.
Em 2004, entre onze filmes candidatos, o seu filme Noite Escura foi escolhido pelo Instituto de Cinema, Audiovisual e Multimédia como o candidato português às nomeações para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.

João Ribas
João Ribas é crítico e curador de arte. Estudou Estudos Culturais e Filosofia na New School for Social Research (Nova Iorque). Começou por estagiar no MoMA PS1, centro de arteexperimental contemporânea integrado no museu de arte moderna de Nova Iorque, e depois tornou-se curador do Drawing Centre (2007-2009). A partir de 2009, transferiu-se para o MIT List Visual Arts Centre, em Massachussets, onde permaneceu até 2014. Em 2014 regressou a Portugal para assumir funções de diretor-adjunto do Museu de Serralves, instituição na qual, exerceu funções de Diretor até janeiro de 2019.

Luiz Camillo Osorio
Professor do Departamento de Filosofia da PUC-Rio, pesquisador do CNPQ e curador do Instituto PIPA. Entre 2009 e 2015, foi Curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 2015, foi o curador do pavilhão brasileiro na Bienal de Veneza. Em 2016 fez a curadoria da exposição “Calder e a arte brasileira”, no Itaú Cultural e em 2017, a curadoria do 35º Panorama da arte brasileira no Museu de Arte Moderna de São Paulo, museu ao qual pertenceu ao conselho de curadoria, entre 2006 e 2008. Foi crítico de arte do jornal O Globo entre 1997 e 2008. Publicou ensaios e críticas em revistas e catálogos e fez curadorias independentes no Brasil e no exterior.

Nuno Crespo
Nuno Crespo é doutorado em Filosofia, pós-graduado em Estética e licenciado em Filosofia, sempre na Universidade Nova de Lisboa. Foi investigador na Universidade Nova de Lisboa. O seu trabalho é dedicado à interdisciplinaridade entre arte, arquitetura, crítica e história da arte e da filosofia. Publicou em revistas científicas, mas também como crítico de arte. Tem uma longa carreira como curador. Coordenou o projeto de pesquisa Arte. Crítica. Política no Instituto de História da Arte. Atualmente é Diretor da Escola de Artes da Universidade Católica Portuguesa.

Sabeth Buchmann
Sabeth Buchmann é historiadora e crítica de arte, dividindo o seu tempo entre Berlim e Viena. É Professora de Arte Moderna e Pós-moderna na Academia de Belas Artes de Viena. Juntamente com Helmut Draxler, Clemens Krümmel e Susanne Leeb, co-edita “PoLYpeN”, uma coleção sobre crítica de arte e teoria política, publicada pela b_books (Berlim). Tem também várias publicações sobre temas relacionados com a arte: “Art After Conceptual Art” (2006), “Produktion – Technologie – Subjektivität bei Sol LeWitt, Yvonne Rainer und Hélio Oiticica” (2007), “Film, Avantgarde und Biopolitik” (2009) e “Hélio Oiticica, Neville D’Almeida and others: Block-Experiements in Cosmococa” (2013).